terça-feira, 7 de maio de 2013

[Opinião] “Introdução à Escrita criativa” de João de Mancelos (Edições Colibri)


Sinopse:

O talento e o esforço são qualidades essenciais a qualquer aspirante a escritor. No entanto, é preciso também conhecer técnicas para criar personagens, gerar suspense, inventar espaços, retratar épocas, construir diálogos naturais... Destinado a jovens e a adultos, este manual transmite essas estratégias, com recurso a exemplos da literatura portuguesa e estrangeira. Constitui, portanto, um instrumento de trabalho fundamental tanto para alunos como para orientadores de oficinas de Escrita Criativa. ********************** “Neste livro, o meu principal objectivo foi registar técnicas e exercícios básicos para que um aprendiz de escritor, talentoso e com força de vontade, os possa experimentar, sozinho ou no contexto de uma oficina de Escrita Criativa. Para além disso, desejei apresentar material pedagógico útil a quem pretender leccionar com seriedade um curso, nesta área.(...)"

Ficha Técnica:

Ano: 2009
N. páginas: 142
Formato: 23x16
ISBN: 978-972-772-944-9

Opinião:

Existem muitos livros de escrita criativa nas livrarias. Este é o segundo livro de João de Mancelos que leio, o primeiro encontra-se aqui.
Para quem é um aspirante a escritor, procura uma orientação sobre como fazer as coisas, ou seja como se organizar, por onde começar a escrever, o que é mais importante, entre outras coisas. Isto pode ser um pouco confuso para quem ainda está a começar nas lides literárias.
Este livro é um pouco mais completo que o anterior. Tem dicas e explicações mais aprofundadas, seguidas de exercícios no final de cada capítulo. A linguagem que João de Mancelos é simples e directa, permitindo assim ao leitor assimilar as bases. Não é uma enciclopédia mas permite ter uma ideia dos passos e como fazer as coisas.
Achei bastante engraçados os exercícios, com bastante humor à mistura.
É um livro de base que pode responder a algumas perguntas dos leitores.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Novidade BookSmile



Companhia perfeita das meninas há mais de três anos, as
histórias da Princesa Poppy já fazem parte do imaginário de
milhares de crianças.

As histórias transmitem valores fundamentais como a amizade,
solidariedade, respeito, responsabilidade, entre outros, tão
importantes na formação do caráter das crianças.

Com tradutores cuidadosamete escolhidos, apadrinhada pelo
Dr. Eduardo Sá, e aconselhada pelo Plano Nacional de Leitura,
a coleção Princesa Poppy totaliza 428 mil exemplares
editados em Portugal, quatro milhões em todo o mundo.
A Série Ilustrados (4+) soma 18 títulos publicados, o que
representa uma longevidade fora do comum para o mercado
hoje em dia, lembrando a famosa coleção “Anita”. A Princesa
Poppy tem ainda livros para bebés (0-3 anos), de atividades
E porque as meninas têm feito desta coleção um sucesso,de histórias para crianças a partir dos 7 anos.
(4+) e o que muito tem enchido de orgulho a autora, Janey
Louise Jones escreveu uma história especialmente para as leitoras portuguesas: Princesa Poppy: Férias em Portugal.

E, para a festa ser ainda maior, as meninas princesa vão ter a oportunidade de conhecer a autora e falar com ela sobre
os livros que tanto adoram. É verdade! Janey Louise Jones vai estar em Portugal pela primeira vez nos
dias 7, 8 e 9 de junho, onde vai marcar presença em escolas e na Feira do Livro de Lisboa.

E um dos principais temas de conversa vai ser, claro, o novo livro, cuja história é passada em Portugal. «A Poppy vem
de férias a Portugal com a família. Ela adora as praias, o sol e o bom tempo. Mas os gémeos não dão descanso, e ela sente
falta da Mel. Por isso, quando faz uma amiga, tudo parece perfeito. Mas será que o seu gosto por gelados não as vai meter
em sarilhos?»

Descobre como acaba mais esta divertida aventura, a 18.ª da Série Ilustrados, e não te esqueças de visitar o sítio da

Poppy, recheado de atividades:  www.princesapoppy.com.pt.

domingo, 5 de maio de 2013

[Opinião] “O Circulo” de Nádia Candeias (Chiado Editora)



Sinopse:

Miranda nunca acreditou em magia. Ao contrário da sua melhor amiga Bianca que estava quase sempre na floresta à procura de criaturas mágicas. Mas uma noite, Bianca desaparece e Miranda decide ir à sua procura. Vai ter de se aventurar por um mundo cheio de fantasia e cheio de criaturas com as quais nunca tinha sonhado. Terá de se embrenhar por florestas e sítios desconhecidos para descobrir o que aconteceu à sua amiga e para descobrir que forças das trevas a tentarão derrubar a qualquer custo.

Ficha Técnica:

Colecção: Viagens Na Ficção
Páginas: 179
Data de publicação: Fevereiro de 2013
Género: Ficção
ISBN: 978-989-697-947-8

Opinião:

Este livro suscitou o meu interesse pela sua sinopse. Qual de nós, quando eramos mais novos, não sonhava com um mundo fantástico onde vivem as fadas e outras criaturas mágicas?

Como é um livro de uma autora portuguesa fiquei ainda mais curiosa. O fantástico português é um tema um pouco desconhecido do púbico em geral.

Por onde começar?

Este livro é bastante pequeno, ao contrário da grande maioria dos livros deste tema. Isto não retira nada ao romance, este desenvolve-se de uma forma rápida e com bastante acção, se bem que algumas partes poderiam ter sido melhor exploradas, com mais detalhes. O ritmo inicial estava bom, mas depois começou a acelerar.

As personagens que Nádia criou são bastante realistas, Miranda é a típica adolescente que já não acredita em contos de fadas e a sua amiga, Bianca, é o seu oposto em tudo quer psicológica, quer fisicamente. Quando esta desaparece, Miranda vai à sua procura acabando por entrar no mundo das fadas. Neste, ela encontra vários seres, a diversidade é tanta que demoraria imensas páginas para conhecer tudo, o que abona a favor da imaginação da autora. As fadas têm curiosidade acerca dos humanos mas temem-nos, é de realçar a semelhança que têm com estes sentem ódio, amor, raiva, paixão, indiferença, uma panóplia de sentimentos semelhantes aos nossos.

O final do livro é interessante, se bem que se nota que foi um pouco apressado. A autora deixa várias questões em aberto, o que pode indicar um segundo volume. Seria muito interessante voltar a viajar até àquele mundo, onde ainda muito ficou por dizer.

sábado, 4 de maio de 2013

[Opinião] “Revolução Paraíso” de Paulo M. Morais (Porto Editora)



Ficha Técnica:

Págs.: 360
Capa: mole
PVP: 16,60 €

Sinopse:

Enquanto nas ruas se decide o futuro de um país, na tipografia de Adamantino Teopisto vive-se um misto de enredo queirosiano, suspense de um policial e ternura de uma novela: com sabotagens, amores proibidos e cabeças a prémio; tudo num ambiente de revolução apaixonado. O rebuliço generalizado tem repercussões no alinhamento do jornal e no dia a dia das gentes de São Paulo e do Cais do Sodré. A revolução é o tópico das conversas nas tascas, nas ruas, no prédio da Gazela Atlântica, contribuindo para o exacerbar das tensões latentes entre o patrão Adamantino e os funcionários. A vivacidade de uma estagiária, as manigâncias de um ex-PIDE foragido, os comentários de um taberneiro e as intromissões de um proxeneta e de uma prostituta agravam ainda mais a desordem ameaçadora que paira no ar. Nada foi igual na vida dos portugueses após a Revolução dos Cravos. Nada foi igual na vida da “família” Gazela Atlântica após o 25 de Abril.

Opinião:

Trinta e Nove anos passaram desde o 25 de Abril e já muito foi dito acerca desta época. Paulo M. Morais arriscou muito ao estrear-se com um romance num tema já tão explorado. “RevoluçãoParaíso” é o seu romance de estreia. Apesar disto ele consegue mostrar-nos um lado mais humano, mais ligado ao povo, da revolução.

O autor decidiu abordar, neste livro, os tempos conturbados pós-revolução. Na Gazeta Atlântica, ainda se vive em conflito com a adaptação a um mundo sem ditadura e sem censura, nesta época de transição um pequeno deslize podia levar a uma pessoa podia ser apelidada de reacionária.

Paulo M. Morais foi bastante fiel aos factos históricos conhecidos. Isto revela todo o trabalho de investigação que ele desenvolveu para o romance “Revolução Paraíso”.

As personagens que ele criou são bastante realistas e o autor conseguiu transmitir com sucesso os seus sentimentos e pensamentos ao leitor. Conseguimos sentir empatia com estas e os seus problemas, amores e desamores. Cada um estava preso às suas ideias e vivências. A maioria das personagens são masculinas, tendo apenas duas femininas a Eva e a Pandora, pelos seus nomes dão um anúncio de desgraça para o futuro das personagens do livro.

Quanto à evolução da acção, esta varia entre momentos mais rápidos e momentos mais parados, estes são as partes da Eva. Nesta parte, o autor tem um contacto mais directo com o leitor, alterando entre um narrador na terceira e um na primeira pessoa (Eva), nesta parte o autor é mais intimista e introspectivo. Mostrando assim a sua versatilidade de escrita e o seu domínio dos dois tipos de narradores, já que ambos não se encontram em conflito.

É um livro bastante interessante para todos os portugueses porque relembra os motivos pelos quais tanta gente lutou contra a ditadura.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Galo Gordo, de Olhão a Lisboa



O projeto Galo Gordo, de Inês Pupo e Gonçalo Pratas, inicia uma série de espetáculos até ao fim do ano. O primeiro é a sul, no dia 11 de maio.
Com “Galo Gordo – Este dia vale a pena”, Inês Pupo e Gonçalo Pratas apresentam canções que falam da importância das primeiras experiências, das coisas que se guardam pela vida fora, como aprender a andar de bicicleta, saber guardar um segredo, escrever a primeira carta… Dos dias que valem a pena, que afinal são todos!
Aqui ficam, para anotar na agenda, os dias que valem a pena, para ver e ouvir o Galo Gordo ao vivo. E comprar o livro, com ilustrações de Cristina Sampaio.
11 de Maio – Auditório Municipal de Olhão
17 de Maio – Auditório Municipal do Cartaxo
18 de Maio – Festival I – Águeda
1 de Junho – Feira do Livro (Mini concerto – Sessão de 
autógrafos, espaço Grupo Porto Editora)
25 de Outubro – Torres Novas
27 de Outubro – Aveiro
30 de Novembro – Torres Vedras
7 de Dezembro – Portalegre
14 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar
15 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar
21 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar
22 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar
28 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar 
29 de Dezembro (16h) – Temporada de Natal numa sala em 
Lisboa e no Porto a anunciar e a confirmar

Às 15h30, no Pequeno Auditório, o espetáculo é a partir de Este dia vale a pena, o livro e cd, publicados pela Bertrand Editora em setembro de 2012 que têm encantado miúdos e graúdos por todo o país



.Autores
Inês Pupo nasceu em Lisboa. É escritora, psicóloga e psicoterapeuta. Tem trabalhado na área da tradução, da literatura infantil e juvenil e da promoção da Leitura, dando formação a pais, professores, educadores e técnicos de bibliotecas, desde 2006. Autora dos poemas dos projetos para crianças do jornal Expresso (2005 a 2011); autora dos poemas da coleção Nomes com História (2007 a 2008); autora do livro CD Canta o Galo Gordo, com música de Gonçalo Pratas e ilustrações de Cristina Sampaio (Editorial Caminho, 2008); co-autora do livro CD Buscapólos - Música para poemas de José Jorge Letria (Publicações Dom Quixote, 2010); co-autora do livro Histórias com Direitos (Instituto de Apoio à Criança e Plátano Editora,
2010); co-autora da coleção Na Cozinha das Canções, com músicas de Gonçalo Pratas, receitas do chef Luís Baena e ilustrações de Ricardo Machado (Book-it|Constróisons, 2011); autora do livro CD A Casa Sincronizada, com música de Gonçalo Pratas e ilustrações de Pedro Brito (Editorial Caminho, 2011),
distinguido em 2012 com o Prémio de Melhor Livro de Literatura Infanto-Juvenil da Sociedade Portuguesa de Autores/RTP. Os seus livros têm sido recomendados pelo Plano Nacional de Leitura.

Gonçalo Pratas nasceu em Aveiras de Cima. É músico. Frequentou o curso de Áudio da Orquestra Metropolitana de Lisboa. Desenvolveu projetos de ensino: Centro Helen Keller, Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso, EPOAE – Chapitô, Jardim Infantil Pestalozzi. Como compositor para teatro e cinema
trabalhou com José Carretas, Manuel Mendes - Companhia Teatral do Chiado, José Carlos Garcia - Chapitô, A.S. Produções (Ao fundo do túnel, João Pupo, 2006). Autor, diretor e produtor musical dos projetos para crianças do jornal Expresso (2005 a 2011); autor do livro CD Canta o Galo Gordo, com poemas de Inês Pupo e ilustrações de Cristina Sampaio (Editorial Caminho, 2008); coautor, diretor e produtor musical do livro CD Buscapólos – Música para poemas de José Jorge Letria (Publicações Dom
Quixote, 2010); autor da coleção Na Cozinha das Canções, com poemas de Inês Pupo, receitas do chef Luís Baena e ilustrações de Ricardo Machado (Book-it|Constróisons, 2011); autor do livro CD A Casa Sincronizada, com poema de Inês Pupo e ilustrações de Pedro Brito (Editorial Caminho, 2011), distinguido em 2012 com o Prémio de Melhor Livro de Literatura Infanto-Juvenil, da Sociedade Portuguesa de Autores/RTP. Os seus livros têm sido recomendados pelo Plano Nacional de Leitura.

Cristina Sampaio nasceu em Lisboa. Licenciou-se em 1985 em pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Ilustra livros infantis desde 1987 e trabalha desde 1986 como ilustradora e cartoonista para diversas revistas e jornais em Portugal e no estrangeiro. Tem igualmente trabalhado em multimédia e
animação. O seu trabalho foi apresentado em várias exposições coletivas e individuais, em Portugal, Brasil, Alemanha, França,República Checa, Grécia, Noruega e Canadá. Entre outros prémios foi-lhe atribuído em 2002, 2005 e 2009 o Award of Exellence da Society of News Design (EUA) e em 2009 a Medalha
de Prata da SND espanhola. Em 2006 e 2010 recebeu o Prémio Stuart de Desenho de Imprensa na categoria de Cartoon. Em 2007 foi laureada com o 1o Prémio na categoria de cartoon editorial do
World Press Cartoon, que em 2009 a voltou a distinguir, desta vez com uma menção honrosa. Entre os seus clientes, passados e presentes, incluem-se: Público, Independente, Expresso, Editorial Caminho, Museu Ciência Viva, RTP-Canal 2, SIC Notícias, CTT, em Portugal; Courrier International, em França; Kleine Zeitung e Die Presse, na Áustria; Today’s Parent, no Canadá; The Washington Post, Boston Globe, Wall Street Journal, The New York Times e Cambridge University Press, nos EUA.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Insurgente, de Veronica Roth



Sequela de Divergente foi o melhor livrode 2012 para o Goodreads

A 6 de maio, chega finalmente às livrarias nacionais, com chancela da Porto Editora, Insurgente, a muito esperada sequela de Divergente, de Veronica Roth. Este livro, um caso de sucesso mundial, garantiu-lhe,aos 23 anos, a distinção de melhor autor de 2012 para a Goodreads.
Insurgente foi, também, considerado o melhor livro juvenil de fantasia para aquela comunidade de 17 milhões de leitores.
As aventuras desta saga desenrolam-se em cenário futurista, verosímil e sem figuras sobrenaturais. Divergente figurou em várias listas de melhores do ano – Amazon, Publishers Weekly, Goodreads, Barnes & Nobles – e chegou mesmo a número um do top do The New York Times. Insurgente tem tido êxito semelhante.

SINOPSE


A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.
PRIMEIRAS PÁGINAS
Disponíveis aqui.

Novidade



O FIM DA INOCÊNCIA II de Francisco Salgueiro
PVP C/ IVA 15,90€
280 páginas
Nas livrarias a 6 de Maio

Gonçalo e o seu grupo de amigos (misto), falam-nos dos encontros ao final da tarde, os likes do facebook, a popularidade na escola, a pornografia na internet e as drogas leves. Um livro que nos dá a conhecer o mundo dos adolescentes no séc XXI.


Sobre o livro
Com boas notas, e a estudar num dos melhores colégios de Lisboa, Gonçalo é o filho que todos os pais gostariam de ter. Desde cedo, ele e o grupo de amigos são bombardeados com imagens sexuais em filmes, séries, videoclips, anúncios e celebridades levando a uma erotização precoce. A ausência de educação sexual por parte dos pais e colégio leva-os a investigar o extenso mundo da pornografia na internet.  

Em simultâneo, a sua impreparação para lidarem com as redes sociais leva-os a serem participantes e vítimas na busca vertiginosa de likes para ultrapassarem a mítica marca dos 1000 amigos. Eles apenas pensam nos desafios e nunca nas consequências. As drogas legais, o sexting, a masturbação online com estranhos, serem paparazzi da vida uns dos outros e a prostituição com mulheres mais velhas fazem parte do seu estilo de vida, onde o futuro não existe, apenas o logo à noite.

Depois do best-seller que abalou a sociedade portuguesa, Francisco Salgueiro regressa com uma nova história sobre os adolescentes portugueses do século XXI.


Sobre o autor

Francisco Salgueiro, 1972, tirou o curso de Comunicação Empresarial e é sócio de uma empresa de Marketing Digital, Wibii Marketing Tailors.
Pela Leya/Oficina do Livro já publicou 11 livros.
Desde 2010 tem percorrido o país a fazer palestras sobre os novos perigos que as crianças e adolescentes do século 21 enfrentam e formas de protegê-las nas redes sociais.