domingo, 13 de outubro de 2013

Novidade TopSeller

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Depois de ter lançado a emocionante biografia sobre o seu pai, Fialho Gouveia, Maria João viajou no tempo, inspirando-se na vida de reis, rainhas e princesas, regressando às livrarias com um novo livro, um romance histórico, o género literário que mais tem crescido nos últimos anos.
D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia (384 pp / 19,99€)  é um romance apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa, que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua vida, o filho do rei de França.


«A escolha da personagem deste livro recaiu sobre D. Francisca de Bragança, pela sua personalidade, tão invulgar no espírito do século XIX. A princesa era uma jovem espontânea e expansiva, o que contrastava com o caráter maioritariamente recatado e submisso das damas da época.
Tendo crescido sem pai nem mãe num palácio governado por camareiras, estadistas e professores, a Mana Chica – como era carinhosamente tratada pelos irmãos -, combinava a postura majestosa que cabia à filha de um imperador, com a naturalidade da infantilidade que tardou a despir. E foi precisamente esse paradoxo e essa inocente ousadia que conquistaram o coração do príncipe de Joinville, com quem frequentaria as noites de Paris, sem esconder a paixão que os unia.» Maria João Fialho Gouveia


Maria João Fialho Gouveia nasceu em Lisboa a 14 de novembro de 1961. No Estoril cresceu e estudou. Cursou jornalismo e línguas, mas o seu coração sempre esteve na História. E assim, anos mais tarde, regressou à Universidade para estudar o curso que sempre a encantara.
No decurso da sua atividade profissional, a autora passou pela imprensa escrita, TV e rádio. Trocou os media pelo ensino, sendo atualmente professora de Inglês do Ensino Básico. Uma vez prestada a homenagem ao seu pai, no livro Fialho Gouveia: Biografia Sentimental, a escritora casou, nesta sua obra, duas das suas paixões: a escrita e a História, confessando: «É aqui que eu me encontro!» 



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