terça-feira, 12 de março de 2013

[Opinião] “Encontras-me no Fim do Mundo” de Nicolas Barreau.



Sinopse:

Jean-Luc Champollion é aquilo a que os franceses chamam um homme à femmes. O encantador proprietário de uma galeria bem-sucedida ama a arte e a vida, é muito sensível ao encanto das mulheres, que de bom grado lho retribuem, e vive num dos bairros da moda de Paris, em perfeita harmonia com o seu fiel dálmata Cézanne. Tudo corre bem até que, uma da manhã, Jean-Luc encontra no correio um envelope azul, e a sua vida muda para sempre. A missiva é uma carta de amor, ou melhor, uma das declarações de amor mais apaixonadas que o galerista já viu, mas não vem assinada: a misteriosa autora decidiu esconder-se e convida-o a descobrir quem é. Jean-Luc fica inicialmente confuso, mas decide alinhar. A remetente anónima forneceu-lhe um endereço de e-mail e desafia-o a responder. Mas a tarefa não é fácil. Em breve, Jean-Luc tem apenas um objetivo: descobrir a identidade da caprichosa desconhecida, que parece conhecer muito bem os seus hábitos e gosta de o provocar incessantemente. Assombrado pelas suas palavras, Jean-Luc segue as pistas dispersas na correspondência, cada vez mais incapaz de resistir à mais doce das armadilhas. O objeto da sua paixão existe apenas no papel e na sua imaginação, mas ele sente conhecer melhor esta mulher do que os quadros expostos na sua galeria, mesmo que nunca tenha visto o seu rosto. Ou será que viu?
Um galerista fascinante.
Uma mulher misteriosa.
Uma série de provocantes cartas de amor.
Nicolas Barreau serve-nos o romance mais encantador da temporada

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 216
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260513

Opinião:

“Encontras-me no Fim do Mundo” foi editado no passado dia 4 de Março pela editora Quinta-essência. A capa do livro salta logo à vista, tal como esta chancela já nos habituou, o design é de grande qualidade, tornando-o uma obra de arte extremamente apetecível.

O tema central desta história é muito abordado. Jean-Luc Champollion encontra, certo dia, uma carta de amor na sua caixa de correio. Quem a escreveu prefere permanecer anónimo, apenas assinando como Principessa. Todo o mistério que envolve esta mulher vai alterar a forma como Jean-Luc vê a vida. Antes desta carta entrar na sua vida, ele era um mulherengo, ou como dizem os franceses, um hommes à femmes. A abordagem que Nicolas Barreau a este tema está bastante interessante e o resultado é um livro que agarra o leitor, quer pelo mistério quer pelo humor que o autor transmite em certas situações caricatas. O facto de o romance ser escrito na primeira pessoa dá-nos uma melhor noção dos dilemas e dos sentimentos do personagem principal.

O romance começa na infância de Jean-Luc, ou Duc, como lhe chamam os amigos, numa situação que lhe foi traumática. O próprio personagem inicia assim o seu discurso: “A minha primeira carta de amor terminou em catástrofe, Eu tinha então quinze anos e cada vez que via Lucille quase desmaiava de amor.” É a tragédia do primeiro amor que molda o carácter de Jean-Luc e o torna no bon-vivant que será em adulto.

O livro acaba por ser um pouco complicado de ler para quem não percebe francês, acaba por colocar a explicação de seguida no discurso da personagem. Esta técnica é bastante interessante mas pode afastar compradores que folheiem o livro e não se apercebam desse artifício.

Eu que nunca vivi em Paris senti-me levada para aqueles cenários românticos da capital francesa que a tornaram famosa por todo o mundo, pelas descrições simples de Nicolas.

Todas as personagens estão bem trabalhadas e vemos a evolução das mesmas ao longo do romance e vamos conhecendo-as melhor. As particularidades dos compradores da galeria, as neuroses e manias dos artistas.

O final é surpreendente, uma vez que o leitor tenta adivinhar quem é a Principessa e acaba sempre por falhar, porque somos guiados por Jean-Luc e as suas suspeitas. E no final pensamos, como é que não me lembrei disto!

sábado, 9 de março de 2013

Novidade Nascente



Zibia Gasparetto, com mais de 15 milhões de livros vendidos só no Brasil, Paulo Coelho e Mônica Buonfiglio 
foram os únicos autores a conseguirem colocar mais do que um livro no ranking dos 10 livros mais vendidos de sempre 
em Terras de Vera Cruz.

Depois de Abraçar a Vida, a A Vida Sabe o que Faz e Nada é Por Acaso, chega às livrarias Vencendo o Passado (Nascente, 19,99€), da autora bestseller brasileira Zibia Gasparetto. Um romance espiritual que vai, uma vez mais, mexer com sentimentos, formas de estar e pensar.

«Carolina, uma rapariga solitária de 18 anos, sente-se limitada pelo controlo opressivo do pai e pela submissão silenciosa da mãe. Os seus momentos de felicidade chegam através dos romances que lê às escondidas, e de sonhos agradáveis, nos quais se vê acompanhada por um espírito misterioso. 

Tudo muda quando o avô de Carolina morre e ela se muda temporariamente para casa da avó. É então que conhece Sérgio, um rapaz em tudo semelhante ao espírito dos seus sonhos. A desfrutar pela primeira vez de liberdade, Carolina e Sérgio assumem a sua paixão, mas o pai dela opõe-se veementemente ao relacionamento, proibindo-o. Ajudada por amigos espirituais, Carolina apercebe-se de que a oposição do pai é consequência dos atos dela em vidas passadas. Conseguirá Carolina reparar esses erros ancestrais, vencer o passado e libertar-se para o seu grande amor?»

A Nascente disponibiliza, aqui, os primeiros capítulos.

sexta-feira, 8 de março de 2013

[Opinião]“A entrevista com o Vampiro” de Anne Rice (Publicações Europa-América)



Sinopse:

Obra já clássica no seu género, Entrevista com o Vampiro é o primeiro volume da saga «Crónicas dos Vampiros» e granjeou o estatuto de livro de culto, comparável a Drácula de Bram Stoker.
Das plantações oitocentistas do Luisiana aos becos sombrios e cenários sumptuosos de Paris, do Novo Mundo à Velha Europa, Claudia e Louis fogem de Lestat, o seu criador e companheiro imortal. E o cruel vampiro que tirara partido do desespero de Louis e da fragilidade da órfã Claudia, no bairro francês da Nova Orleães assolada pela peste, move-lhes uma perseguição sem tréguas no submundo parisiense, entre a trupe Théâtre des Vampires do misterioso Armand e criaturas das trevas.
É com esta mescla de sangue, violência e erotismo ímpares, no pano de fundo da reflexão sobre a condição trágica que é a do vampiro condenado à imortalidade, que Anne Rice narra uma extraordinária história em que a crueldade e os sentimentos tenebrosos que percorrem as páginas resultam numa maravilhosa sinfonia poética que viria a inspirar muitos escritores, como Stephenie Meyer.

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 1999
Páginas: 276
Editor: Europa-América
ISBN: 9789721037502
Coleção: Obras de Anne Rice

Opinião:

Esta obra, “A Entrevista com o Vampiro” de Anne Rice, foi a primeira obra da autora a ser adaptada ao cinema em 1994. Com nomes sonantes como Brad Pitt, Tom Cruise, Christian Slatter, os mais cobiçados jovens actores da época. Mas esta crítica não é ao filme mas sim ao livro. Tenho apenas de referir a forma como o realizador e o argumentista se mantiveram fiéis ao livro original.
Passemos então ao livro em si, a autora começa de uma forma bastante interessante, já com o vampiro e com o entrevistador frente a frente, sem se preocupar muito como é que os dois se encontraram e acabaram naquela posição, o que torna desde já a leitura interessante e permite ao leitor mergulhar directamente naquele mundo que sempre nos fascinou.
A autora leva-nos numa viagem pelo tempo, a qual é interrompida pontualmente com um regresso à realidade, de modo a dar mais realismo à acção e à história, o que obriga o leitor a estar atento para não se confundir, no decorrer da narração.
A forma como Anne Rice escreve e descreve é directa e simples, sem de forma alguma descurar do seu objectivo, que é transportar os leitores através dos cenários elaborados e luxuriantes da América, passando pela Europa. Ela não poupa nas descrições que poderiam ser tomadas como as mais chocantes, como é por exemplo um vampiro a alimentar-se ou mesmo a morte de Cláudia.
Anne Rice é considerada a mãe dos vampiros, o que é verdade. No seu livro temos personagens vampíricas para todos os gostos, Lestat, o louco e sanguinário, Louis, o consciencioso, Cláudia, a criança. O amor retratado neste livro não é o romântico como nas outras sagas mais recentes, em que temos um vampiro apaixonado por uma humana e vice-versa, mas sim o amor fraternal e o medo de se passar a eternidade sozinho sem ninguém e sem reconhecimento da existência. Um medo que é tão humano e comum, tornando-os intimamente ligados com os seres humanos dos quais foram originados e também mantendo as suas características pré-transformação.
Os vampiros de Anne Rice são sedutores, felinos até. As pessoas sentem-se atraídas por eles de uma forma inexplicável e cedem a todos os seus desejos, acabando por serem joguetes nas suas pérfidas mãos. Os vampiros de Armand levam esse expoente ao extremo alimentando-se em público como se se tratasse de um espectáculo e apenas uma ensenação.
Cláudia e Louis tentam, finalmente, fugir da obsessão doentia de Lestat, seu criador, e da sua carência excessiva, o que acaba em tragédia.
Acaba-se o livro com uma questão: Afinal qual dos dois está correcto? Lestat que abraça a sua natureza ou Louis que tenta, em vão, manter-se o mais humano possível? Pode ser que se consiga encontrar as respostas nos outros livros.
É uma excelente introdução às crónicas Vampíricas, que incluiu outros livros, um dos quais também foi adaptado ao cinema no filme “Rainha dos Malditos”.


quinta-feira, 7 de março de 2013

BOOKSMILE: Fresh news* (*Notícias fresquinhas) do Banana mais famoso do mundo





Depois de ter, reconhecidamente, contribuído para que muitas crianças adquirissem o gosto pela leitura, o Greg vai agora dar uma “mãozinha” aos pais e aos professores de inglês.

Aprende Inglês com o Diário de um Banana 1, à venda a partir de hoje (12,99€), apresenta o texto original do livro em inglês (Diary of a Wimpy Kid), mas acompanhado de notas em português, tornando, assim, mais natural, prática e divertida a aprendizagem da língua inglesa.

«Não é fácil ser criança. E ninguém sabe isso melhor do que o Greg, que se vê aprisionado na escola do 2.º Ciclo, onde fracotes minorcas dividem os corredores com miúdos mais altos e malvados que já fazem a barba. É este o herói improvável da coleção n.º 1 de vendas em Portugal. E agora, pela primeira vez, vais poder ler O Diário de um Banana em inglês. Conseguirás praticar a língua, exercitar a gramática, e adquirir novo vocabulário! Com as notas ao lado em português, as palavras e as expressões mais difíceis são-te explicadas, para que não percas nada da história.

Sobre o autor:
Jeff Kinney nasceu em 1971 em Maryland, nos EUA. Sempre sonhou ser cartoonista, e em 1998 começou a escrever algumas ideia sobre O Diário de um Banana. Foram precisos seis anos para conseguir terminar o primeiro livro, publicado inicialmente na internet (www.funbrain.com). Em apenas um ano, o livro teve 12 milhões de leitores online. O sucesso levou ao natural contrato com uma grande editora.

Em 2009, Jeff foi incluído na lista das 100 Pessoas Mais Influentes no Mundo da revista Time e hoje está entre os cinco autores mais bem-sucedidos.

A série O Diário de um Banana mantém-se ininterruptamente na lista de bestsellers do New York Times desde 2007 e já foi traduzido para mais de 44 línguas, em 37 países. O Diário de um Banana 7, lançado nos EUA em novembro passado, teve uma primeira impressão recorde de 6,5 milhões de livros! A coleção já vendeu 50 milhões em todo o mundo.

O êxito desta série notável tem prosseguido imparável, também em terras lusas. Em Portugal, O Diário de Um Banana 1 está já na 17.ª edição, e a coleção já atingiu os 450 mil exemplares. O Diário de um Banana 6: Tirem-me Daqui!, lançado em novembro, foi o livro infantojuvenil mais vendido em 2012, em termos absolutos, em Portugal e no mundo. Manteve-se 11 semanas consecutivas no Top Absoluto de Ficção (29.10.12 a 13.01.13), segundo dados publicados pelo jornal Expresso, apurados pela GfK Marketing Services.

Durante estas semanas, as mais importantes do ano para as editoras, O Diário de um Banana 6: Tirem-me Daqui!, do autor bestseller mundial Jeff Kinney, rivalizou e superou em vendas autores como Mo Yan, vencedor do prémio Nobel da Literatura, António Lobo Antunes, Daniel Silva, JK Rowling, Margarida Rebelo Pinto, Lesley Pearse, entre outros autores consagrados e títulos conhecidos.

[Opinião] “Há dias cinzentos” de Rui Beato



Sinopse:
Um dia alguém me disse que a vida não é uma linha reta nem tão pouco um círculo perfeito. Mas pode ser uma sucessão de inúmeros segmentos de reta, que de forma descontinuada mas ligada, se transformam num círculo quando vistos de longe.
“Há dias cinzentos” é uma pequena história que fala da imprevisibilidade da vida. Que as ações podem ter um retorno e que as vivências são tão díspares quanto enriquecedoras.
Quando um guarda-chuva vermelho ganha vida entre o cinzento, então algo imprevisível mas bonito pode acontecer. Vermelho do guarda-chuva, vermelho da cor do amor…
Ficha Técnica:
Autor: Rui Beato
Coleção: Infanto-juvenil
ISBN: 978-989-736-021-3
Depósito Legal: 355061/13
Opinião:
Este livro já vai na segunda edição e com um bom motivo para tal, o papel no qual foi impresso tem excelente qualidade. Quanto à história em si, acompanhamos a “Vida” de um chapéu-de-chuva, a qual é uma aventura devido aos acasos do destino. É surpreendente a forma como foi escrito e a facilidade com que uma criança entende o significado do conto.
As ilustrações foram elaboradas por David Silva, um estudante de 19 anos, o qual teve uma ideia original, todo desenho está em tons de cinzento, à excepção do chapéu-de-chuva vermelho, o que vai de encontro com o título do livro. A imagem final é linda e dá um final feliz ao chapéu-de-chuva.
Um livro que me surpreendeu e que se entende porque é que vai na sua segunda edição.

sábado, 2 de março de 2013

[Opinião] “A Força do Destino” de Susana Esteves Nunes (Chiado Editora)



Sinopse:

Foi num jantar aparentemente banal, que João Pedro, o seu irmão gémeo, depois de receber uma irrecusável proposta de trabalho, lhe dá a arrasadora notícia que está de partida para Nova Iorque. Eram inseparáveis e Maria Eduarda não conseguiu esconder a sua angústia. Mas o destino estava traçado, ela nem imaginava que depois de tão penosa notícia, lhe iria acontecer algo que certamente lhe iria virar a vida do avesso. Entre Cascais, Sintra e Nova Iorque, Maria Eduarda vai viver dias inesquecíveis.

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 186
Editor: Chiado Editora
ISBN: 9789896974725
Coleção: Viagens na Ficção

Opinião:

Eu li “A força do Destino” de uma vez só, não por ser pequeno mas sim porque não consegui pousar até chegar ao final. A Susana Esteve Neves disponibilizou-me um exemplar com uma dedicatória lindíssima, desde já lhe agradeço pela oportunidade que me deu.
Este romance faz-me lembrar os livros de Nicholas Sparks, assim como a escrita da Susana. O destino prega-nos partidas e ela conseguiu jogar bem com as situações e criar uma bela história de amor.
Depois de descobrir que o seu irmão gémeo vai para Nova Iorque, Eduarda esbarra literalmente em Vasco e a paixão nasce nesse momento. Sem saberem quem são, conseguirão ficar juntos?
É bastante realista a evolução do romance dos dois, já conheci casos assim.
As personagens são bastante realistas e os passos que dão são lógicos. As personagens principais, Vasco e Maria Eduarda, são guiados pelos sentimentos que nutrem um pelo outro, podendo algumas partes estarem mais desenvolvidas.
A acção decorre em diferentes partes do mundo, as quais ela descreve bem, desde o movimento nas ruas de Nova Iorque à beleza da vista do topo do Empire State Building. Viajamos com os personagens e sentimos os mesmos ímpetos do momento.
O twist final é surpreendente. Um livro que se recomenda a quem gosta de romances.

sexta-feira, 1 de março de 2013

[Opinião] “Não Quero Chegar a Velha” de Alexa Wolf (Pastelaria Studios)




Sinopse:
Anabela é uma mulher de coragem que se vê a braços com a doença do pai.
Sem saber como fazer frente e sem qualquer tipo de informação para cuidadores de doentes com a doença de Alzheimer, vai lutando com todas as dificuldades e sacrifícios, dias após até chegar ao momento de desespero e mais tarde, da perda.
É um testemunho real, comum a muitas pessoas que no momento se encontram na mesma situação sem terem conhecimento e devido acesso aos recursos disponíveis.
Pelo descrito no conteúdo deste livro, espero ter contribuído para algum esclarecimento e apesar do drama, nem sempre o Diabo está atrás da porta, pois existem anjos em forma de gente prontos para nos acarinhar.
Como o velho ditado diz, a esperança é a última a morrer, a vida pode pregar ainda momentos fabulosos embora certos traumas nos impeçam de ter desejo de chegarmos a velhos.
Ficha Técnica:
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 182
Editor: Pastelaria Studios Editora
ISBN: 9789898629005
Opinião:
“Não quero Chegar a Velha” é um relato realista de como uma doença pode alterar a vida de uma pessoa. E como as pessoas que as rodeiam são afectadas pelas circunstâncias em que se encontram. Alexa Wolf consegue descrever ao pormenor as situações, os sentimentos associados e a complexidade de relações.
Anabela vê a sua vida destruída pela doença do pai, Alzheimer, sofre com as mudanças que vê nele. Até ao ponto que o deixa de reconhecer. Começa o livro presa àquela situação sem esperança. Tendo então a ajuda de amigos e de pessoas que vai conhecendo, encontra uma solução para o seu problema. Também mostra alguns problemas comuns em lares.
As personagens são realistas, humanas, com sentimentos à flor da pele. As situações reais utilizadas e descritas pelas pessoas são baseadas em testemunhos reais e leva o leitor a vislumbrar os problemas da velhice e a degradação do ser humano, dando uma nova visão à ideia de que quando chegamos a velhos voltamos a ser crianças.
Um livro que pode chocar algumas pessoas mas a realidade não é tão diferente da ficção.
Quanto à edição em si encontrei uma gralha. Achei interessante a forma como a autora colocou os diálogos, com apenas hífens no início e no final das mesmas, tratando-se do estilo próprio da autora e não de gralhas.
“Não quero chegar a velha” é um livro que nos mostra a realidade da vida.
O lançamento do livro vai ser no dia 22 de Março.