quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Novidade Sextante Editora

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Título: Terra Amarga
Autor: Joyce Carol Oates
Tradutor:
 Susana Baeta
Págs.: 376
PVP: € 17,70

Os contos de Joyce Carol Oates

Terra Amarga é uma obra-prima na arte de contar histórias
 
«Selvagem, poético, sem compaixão… a mão de Oates nunca esteve tão segura, os seus olhares nunca foram tão penetrantes» escreveu o The Washington Post a propósito de Terra Amarga, um novo livro de contos de Joyce Carol Oates que a Sextante Editora publica a 7 de novembro.
Uma das principais candidatas ao Prémio Nobel da Literatura, Joyce Carol Oates tem uma vasta obra publicada, que conta com mais de 40 livros, desde romances, novelas, poesia, peças de teatro e ensaios.
Na Sextante Editora estão já publicados dois romances da autora, Rapariga negra, rapariga branca e A filha do coveiro.

SINOPSE
Esta reunião de dezasseis contos de Joyce Carol Oates – histórias que revelam, com precisão e força inesquecíveis, o poder da violência, da perda e do luto moldando uma sociedade e as suas almas – confirma-a como um dos grandes mestres contemporâneos da arte da short story.
Joyce Carol Oates atinge neste livro o cume das suas capacidades narrativas: capacidade de observar o quotidiano, precisão lapidar da descrição, imaginação prodigiosa e doseamento do humor negro e do suspense.
Terra Amarga não é um livro para adormecer.

A AUTORA
Joyce Carol Oates
 nasceu em 1938 nos Estados Unidos. Publicou o seu primeiro romance em 1963 e ganhou o National Book Award em 1970 com o romance Eles. É professora na Universidade de Princeton e já publicou uma obra vasta com cerca de trinta romances, mas também ensaios, contos, peças de teatro, poesia. A sua obra foi traduzida em várias línguas e elogiada pela crítica internacional. Joyce Carol Oates é, desde 1978, membro da Academia Americana de Artes e Letras.
 
IMPRENSA
Oates é realmente uma escritora sem medo… coração corajoso e imaginação poderosa.
Los Angeles Times
 
Oates continua a ser um mestre da short story.
Buffalo News
 
Se existisse a definição “mulher de letras”, Joyce Carol Oates seria realmente, neste país, quem teria direito a ela.
John Updike

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