segunda-feira, 24 de março de 2014

[Opinião] “Dracula” de Bram Stoker (Publicações Europa-América)

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Sinopse:

Drácula, o sinistro conde da Transilvânia, só pode ser morto por uma estaca espetada em pleno coração. Até que alguém consiga fazê-lo, porém, continuará a alimentar-se do sangue de inocentes, e estes, tornados mortos-vivos, passarão também a sofrer da insaciável sede de sangue. Mas como se conseguirá preparar uma armadilha a um monstro com vastos poderes e com a sabedoria dos séculos?

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 1992
Páginas: 424
Editor: Europa-América
ISBN: 9789721035287

Opinião:

Este é um dos clássicos da literatura mais conhecido e com uma enorme quantidade de adaptações ao cinema. Stoker criou uma história emocionante e que move muitos leitores, inspirando um sem número de autores a escreverem sobre este tema.

Stoker é considerado o pai dos vampiros e com razão, pois foi com o seu “Drácula” que os vampiros atingiram a imortalidade e a lenda nos chega de uma forma aterradora e sombria. Enquanto lia as páginas deste livro sempre imaginei locais com pouca luz e sombrios. Dias cobertos por nuvens e tempestades era o estado do tempo em que esta história se passava.

Escrito como se fossem extratos de diários, de cartas e de telegramas, ficamos a conhecer intimamente as personagens e sentimos mais afinidade com elas. Rapidamente nos apercebemos da verdadeira natureza do Conde, seguindo as pistas que Stoker coloca nas primeiras impressões de Jonathan, os uivos dos cães, o crucifixo que dão a Jonathan para o protegerem, e também se encontram em todas as tentativas que os habitantes locais que ele regresse a casa. A personagem de Van Helsing para mim é bastante misteriosa e os motivos que ele tem para intervir são inicialmente ocultos.

Quanto à evolução da acção, esta tem um ritmo instável. Por vezes a evolução é rápida por outros momentos é lenta e um pouco confusa com pormenores que não interessam para a trama principal.


No geral é fácil de compreender o motivo para esta história se ter tornado um dos clássicos e viver no nosso inconsciente.
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