quarta-feira, 27 de março de 2013

Passatempo Chiado Editora

Este passatempo é patrocinado pela Chiado Editora, a qual procederá ao envio do mesmo ao vencedor. Regras de participação:
 1 - Apenas uma participação por pessoa e morada
 2 - Tem de ser seguidor do Blog
3 - Tem de ser seguidor no facebook (https://www.facebook.com/OSofaDosLivros)
 4 - Tem de partilhar o passatempo.
5 - Preencher correctamente o formulário em baixo [respondendo correctamente às questões]
6 - O passatempo é válido para Portugal Continental e Ilhas;
7 - O nome do vencedor será anunciado no Blog e também na página do blog no facebook;
8 - O passatempo decorrerá entre 27 de Março de 2013 e 10 de Abril de 2013;
 9 - As respostas podem ser encontradas aqui .


segunda-feira, 25 de março de 2013

Civilização publica Malhas Portuguesas de Rosa Pomar



Malhas Portuguesas de Rosa Pomar é uma obra pioneira na temática do têxtil artesanal em Portugal. Com
um forte cunho etnográfico, esta é uma abordagem inédita e surpreendente à história da malha
portuguesa, da Idade Média à atualidade. Com conteúdos criados de raiz, a autora apresenta aqui vinte
projetos de malha, inspirados por vários anos de trabalho de campo e em desenhos e peças tradicionais
de todo o continente e ilhas, mas atualizados e adaptados a um uso contemporâneo.
Malas, boinas, luvas, meias ou perneiras. Pioneiro nas ilustrações e nas explicações sobre pontos, técnicas,
tecidos e acessórios de costura, Malhas Portuguesas é uma obra pensada para quem faz malha "à
portuguesa" - com o fio ao ombro ou ao pescoço. Nos primeiros dois capítulos investiga a História das
malhas desde a Idade Média, expondo imagens de grande relevo cultural. Numa segunda parte, inspira-se na
riqueza das peças históricas e apresenta vinte modelos modernos – de almofadas a luvas ou xailes – com
explicações passo a passo da execução, complementadas com fotografias e ilustrações das técnicas
utilizadas.
Rosa Pomar aprendeu a fazer malha aos sete anos e nunca parou. Aos dez anos tricotou bonecos para toda a
família e continuou pela adolescência. Pós-graduada em História Medieval, frequentou os cursos de
ilustração do Ar.Co e da School of Visual Arts, em Nova Iorque. É autora de um dos mais antigos blogues
portugueses, aervilhacorderosa.com, onde aborda todos os aspetos dos têxteis tradicionais portugueses.

Percursora do movimento dos crafts em Portugal com os seus bonecos de pano, organizou os primeiros
encontros públicos de tricot. É uma estudiosa desta área, em especial dos lanifícios, percorrendo
frequentemente o país para efetuar recolhas junto de pastores, tecelões e fiandeiras. Tem produzido
diversos fios de lã a partir de matéria-prima exclusivamente portuguesa, lutando incansavelmente pela sua
valorização. Em 2008, abriu a própria loja no Chiado e dá, desde 2009, cursos de formação em técnicas de
tricot e costura.
Mais informações em http://retrosaria.rosapomar.com ou http://aervilhacorderosa.com.


Título: Malhas à Portuguesa
Autor: Rosa Pomar
Ilustradora: Rita Cordeiro
Formato: 200 x 254 mm
Páginas: 160 pp.
Encadernação: Capa mole
Subfamília: Casa, decoração e bricolagem
EAN: 9789722634335
ISBN: 978-972-26-3433-5
PVP: 21,99 €
Lançamento: Março de 2013


Novidade Porto Editora






Autor: Vina Jackson
Tradutor: Carla Melo
Págs: 264
Editora: Porto Editora


«Ousado e adulto. É interesante ver que o desejo pode ter muitas nuances.»

Belle de Jour
Sinopse

Summer Zahova é uma violinista ardente e impetuosa, que vive uma relação frustrante com um homem que não a compreende. É na música que encontra a sua libertação. Ela passa as tardes nas estações de metro de Londres a tocar violino, perdida nas partituras de Vivaldi e Mendelsshon. 

Um dia o seu violino sofre um acidente irreparável e Summer recebe uma proposta inesperada de Dominik, professor universitário, um homem atormentado por desejos inconfessáveis que ficou fascinado por Summer quando a ouviu tocar. Dominik oferecer-lhe-á um novo violino na condição de ela tocar para ele em privado. 

Incapazes de reprimir a forte atração que sentem, Dominik e Summer embarcam numa aventura intensa e ousada. Para Summer é a oportunidade de se confrontar com o seu lado mais sombrio, no entanto, cedo se apercebe de que o prazer tem um preço elevado. Mas poderá uma relação nascida de uma tal paixão sobreviver?

 O autor:

Vina Jackson é o pseudónimo de dois reconhecidos escritores que escrevem juntos pela primeira vez. Um é um escritor de sucesso, o outro, escritor com obra publicada, é um profissional da City.

[Opinião] “Vencendo o Passado” de Zibia Gasparetto (Nascente)



Sinopse:

Carolina, uma rapariga solitária de 18 anos, sente-se limitada pelo controlo opressivo do pai e pela submissão silenciosa da mãe. Os seus momentos de felicidade chegam através dos romances que lê às escondidas, e de sonhos agradáveis, nos quais se vê acompanhada por um espírito misterioso.
Tudo muda quando o avô de Carolina morre e ela se muda temporariamente para casa da avó. É então que conhece Sérgio, um rapaz em tudo semelhante ao espírito dos seus sonhos.
 A desfrutar pela primeira vez de liberdade, Carolina e Sérgio assumem a sua paixão, mas o pai dela opõe-se veementemente ao relacionamento, proibindo-o.
Ajudada por amigos espirituais, Carolina apercebe-se de que a oposição do pai é consequência dos atos dela em vidas passadas. Conseguirá Carolina reparar esses erros ancestrais, vencer o passado e libertar-se para o seu grande amor?
«Os problemas mal resolvidos do passado influenciam o presente e impedem o nosso progresso. Se compreendermos a sua origem, teremos como melhorar as nossas atitudes e vencer as influências que nos prejudicam.»

Ficha Técnica:

Edição: Mar/2013 (Nova edição)
Páginas: 360
ISBN: 9789896680244

Opinião:

Neste livro a autora aborda temas muito interessantes como é o caso da reencarnação. Quando li a sinopse fiquei bastante interessada e queria ver como é que a autora tinha abordado um tema que já foi tão explorado, quer em livros quer em filmes.
A autora já foi muito publicada em cá em Portugal e já vendeu 15 milhões de livros. Quando a este romance tenho de referir que não se consegue notar as enormes diferenças entre o Português do Brasil e o nosso, o que facilita a leitura, pois não temos de pesquisar os diversos vocábulos que encontramos.
Quanto ao romance em si, é uma típica história de amor, apesar de não cair em muitos clichés faz-me lembrar uma telenovela brasileira que passou há uns anos na televisão. A evolução da história é lenta e o conflito passa despercebido porque a oposição por parte do pai de Carolina não é assim tão forte. As personagens são tomadas como todas reencarnadas e com papeis importantes na vida anterior, mas não me parece que Carolina seja assim tão madura como a autora nos dá a entender. Tem alturas em que toma a decisão certa, mas a maioria das vezes é guiada pelos outros que vê nos seus sonhos. No final do romance podemos chegar à conclusão que esta personagem evoluiu, deixando de ser a adolescente rebelde que era inicialmente atingindo a maturidade que lhe é conferida no inicio do romance.
É um livro leve, que de uma forma subtil leva o leitor a pensar em certos temas.

domingo, 24 de março de 2013

[Opinião] “Filha do Sangue” de Anne Bishop (Saída de emergência)




Sinopse:
Há setecentos anos, num mundo governado por mulheres e onde os homens eram meros súbditos, uma Viúva Negra profetizou a chegada de uma Rainha, na sua teia de sonhos e visões.
Agora o Reino das Sombras prepara-se para a chegada dessa mulher, dessa Feiticeira que terá mais poder do que o próprio Senhor do Inferno. Mas a Rainha ainda é nova, passível de ser influenciada e corrompida. Quem controlar a Rainha controlará o mundo.
Três homens poderosos — inimigos de sangue — sabem isso. Saetan, Lucivar e Daemon apercebem-se do poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. E assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, onde as armas são o ódio e o amor. O preço pode ser terrível e inimaginável...
Filha de Sangue - Trilogia das Jóias Negras - Primeiro volume de Anne Bishop

Críticas de imprensa
“Tremendamente sensual… Ricamente detalhado, o cenário de Bishop é baseado num mundo onde se revertem todos os clichés do género fantástico. Simplesmente genial.”
Library Journal

"Anne Bishop traz-nos uma trilogia única no panorama da fantasia. Não há nada que se assemelhe. Tornou-se uma autora incontornável."
Chicago Tribune

"Uma leitura repleta de prazer para os fãs de histórias com uma enorme carga emocional e para quem gosta de personagens complexas e reais."
Booklist

"Depois de começarmos a ler A Trilogia das Jóias Negras as suas personagens não nos deixam mais. São demasiadamente reais!"
New York Times

"Anne Bishop já conquistou a legião de fãs de Julliet Marillier. Mais ousada e criativa. Igualmente arrebatadora."
Indianapolis Star

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 608
Editor: 11 X 17
ISBN: 9789896371173

Opinião:

Este ano tomei a decisão de ler autores que nunca tinha lido anteriormente. E enquanto fanática de fantasia estava em falha em relação a esta autora, Anne Bishop. Quando li a sinopse no site da Saída de Emergência nunca pensei que acabasse por ficar viciada na história e nas personagens como fiquei. E quando acabei este primeiro volume fiquei a desejar ler o resto da história fantástica que a autora escreveu.

Um autor de fantasia tem a sua vida bastante dificultada, tem de criar um mundo de raiz, do zero, e este tem de ser tão ou mais real do que o nosso, senão o leitor não se sente envolvido e acaba por desistir de ler ou mesmo não chega a comprar o livro em questão. Anne Bishop consegue concretizar todas as exigências de um leitor de fantasia acérrimo, assim como do esporádico.

Inicialmente pensei que a leitura seria complicada, devido à elevada da quantidade de personagens e das suas ligações, mas estas são tornadas bem claras pela autora. E, o final deixa o leitor a exigir o resto da história.

Uma das personagens principais e, de certeza, aquela em redor da qual toda a história gira, é Jaenelle. Somos confrontados com a sua inocência e como utiliza o seu enorme e ilimitado poder em prol dos outros mesmo que isso a possa prejudicar. Ela ainda é uma criança e acaba por ser protegida e também influenciada por Saetan, Lucivar e Daemon. Cada um deles a tenta influenciar e manipular em proveito dos seus desejos, mas acabamos por ver que a inocência e a pureza da feiticeira acaba por os mudar e alterar acabando por ela os transformar em algo mais do que eram inicialmente e os guiar para o seu destino.

Pessoalmente, gostaria de ler mais acerca de Lucivar, achei uma personagem muito interessante e a sua ligação com as várias personagens pode ser mais profunda do que parece à primeira vista.

Na minha opinião, Anne Bishop criou uma série de antagonistas desprezáveis, como é o caso de Dorothea e o mais odioso de todos, Kartane, produto da mente e do sangue de Dorothea, que o moldou e quebrou a seu bel-prazer.

Este é um livro que não se recomenda aos mais novos devido a cenas de cariz sexual que são abordadas. Daemon, por exemplo, é um chamado escravo sexual e todo o seu envolvimento e sedução são descritos pela autora.

Eu quero ler o que vai acontecer no resto da trilogia a estas personagens e como estas vão evoluir e sei que todos os que lerem este primeiro volume se vão deixar envolver pelas personagens e pela escrita da autora.

sábado, 23 de março de 2013

Entrevista à Clara Correia



1.    De onde vem a sua paixão pela escrita?
Penso que está, e esteve desde sempre, muito ligada ao meu gosto pela leitura, aliás como é habitual acontecer, na maioria dos casos. No entanto, reconheço que os anos de “apogeu” das minhas leituras foram os da infância e adolescência, em que já escrevia, de vez em quando. Com a vida adulta, outras responsabilidades de vária ordem empurraram a leitura e a escrita para 2º ou 3º plano. Sempre escrevi mas, ultimamente com muito mais regularidade porque, conscientemente, decidi retomar algumas actividades de que sempre gostei e que andaram “adormecidas”, talvez pelos compromissos e rotinas da vida prática.

2.    Quais são as suas influências literárias?
Não sei, conscientemente, responder. Independentemente do autor, de certeza que sou influenciada por qualquer texto escrito num estilo claro, equilibrado, rico em recursos expressivos pertinentes, versatilidade na narrativa e que transmita um excelente domínio da língua … acho que só assim é possível aliar eficazmente simplicidade e criatividade.

3.    Como é que gere a sua vida pessoal com a sua escrita?
Muitas vezes, com alguma dificuldade, não só com a vida familiar e pessoal mas, principalmente, com a vida profissional; frequentemente, planeio ocupar uma hora diária para escrever e, como professora, trago trabalho para fazer em casa e, nesse caso, tenho de lhe dar prioridade.


4.    Porque é que escolheu que a acção se desenrolasse numa cidade pequena?
Escolhi como cenário da acção uma vila piscatória porque se impunha que, pelas condicionantes do protagonista, fosse um local pacato e, por outro lado, sendo eu natural da Nazaré, outra terra de pescadores, tive logo uma fonte de inspiração para a caracterização de algumas personagens.


5.    Qual foi a sua personagem preferida?
Gostei particularmente de criar as de Tiago Murraças e Otília Laranjo, talvez por terem os traços mais marcantes, positivos ou negativos.

6.    Qual foi a personagem que mais lhe custou a criar?
Penso que talvez tenha sido a de João Pirico … adequar o seu comportamento e reacções às especificidades da personagem, que se afastam da norma. Eu estava bastante limitada ao tencionar atribuir-lhe um papel com alguma relevância no enredo, mas julgo que acabei por encontrar uma maneira credível de tornar importante a interacção dele com o protagonista, no auge do suspense.


7.    Como é que acha que se adaptou ao género romance?
A escrita de um romance é muito mais exigente do que qualquer outro género, dentro da ficção, no aspecto de ter de se fazer quase um guião prévio com o respectivo “elenco” de personagens; acredito que haja autores que não precisam de planear dessa forma, mas é assim que me oriento, porque assim é muito mais fácil terem-se as “rédeas” da trama, mesmo que, por vezes, continue a ter-se a sensação de que algumas personagens ganharam vida própria.



8.    Como tem sido a resposta do público?
A resposta dos leitores, a que me tem chegado desde a edição do livro, há 7 meses, tem sido para mim a melhor possível … eu não tinha nenhuma expectativa à partida, nem positiva nem negativa, pelo que tem sido muito gratificante receber elogios ao meu 1º romance vindos de leitores que não conhecia antes nem eles a mim … além, claro, do apoio de alguns amigos que para mim são muito importantes; agradeço a todos eles. Esse tipo de reacções incentiva-me ainda mais a continuar mas também aumenta a minha responsabilidade.

9.    Tem participado em várias antologias, pode falar um pouco sobre elas?
Agradeço à “Pastelaria Estúdios Editora” a oportunidade que me tem dado de ir divulgando a minha escrita através dos desafios que propõe periodicamente aos autores, levando-os a participarem nesse tipo de projectos que são as edições das colectâneas de contos, cada uma sobre um determinado tema; participei na “Ocultos Buracos” (Terror e/ou Insólito) e na “Beijos de Bicos” (Histórias de Amor). A convite da “Chiado Editora”, a quem também agradeço, participei recentemente na antologia de poesia “Entre o Sono e o Sonho”, e em Abril próximo participarei na antologia “Poesia sem Gavetas”, da “Pastelaria Estúdios Editora”.

10. Está para lançar um novo livro, quer levantar um pouco o véu?

O meu objectivo é concluí-lo até ao final deste ano. Já tem título, “Teias movediças”. Em comum com “Segredos da Praia das Camarinhas”, tem o facto de ser outro romance-thriller; os locais da acção e as experiências de vida das personagens são quase o oposto dos do 1º romance, na medida em que se movem num espaço urbano.

sexta-feira, 22 de março de 2013

“La Vie En Rose – Sem Vontade de Partir” de Carlos J. Barros (Fronteira do Caos)



Sinopse:

“Mãe, não tenhas medo de partir, prometo-te que vou escrever sobre os teus olhos, os mais belos que conheci.”
Julieta, uma mulher de armas habituada a lutar, vê-se confrontada com o seu mais cruel desafio – um maldito tumor que se apoderou dela sem permissão. Não baixa os braços e empreende uma luta feroz contra a doença. Ao som de “La vie en rose” sofremos com Julieta, sentimos a sua dor silenciosa e apaixonamo-nos por ela. Pela mão de seu filho conhecemos a sua grande paixão por Henrique e o irromper, pujante, do primeiro amor. São inúmeras as cartas apaixonadas que ambos trocaram entre si e que nos transmitem um amor desenfreado, mas sofrido, repleto de emoções únicas que ultrapassaram barreiras e preconceitos. A chegada de uma carta, o céu que se abre… São escritos que ficam gravados para sempre, recordações que não se esquecem, uma autêntica vida.
“La vie en Rose” não é uma história com final feliz, mas respira-se nela felicidade e uma doce nostalgia na evocação do passado de Julieta. Uma história tocante, arrebatadora e que todos gostaríamos de ler, sobre a melifluidade e o poder transformador do amor, a alegria, a dor da perda… Eis um hino de amor, numa intensa sinfonia verbal pintada em cores alegres, de um filho para a sua Mãe. “O seu sorriso estende-se, de onde Ela está, até aqui. Vejo-o agora. Está aqui poisado na minha mão, na palma. Sei onde Ela está e quem encontrou.”

Ficha Técnica:

Editora: Fronteira do Caos Editores
Data de Lançamento     Junho 2012
ISBN      9789898070913
Nº Páginas         290
Encadernação   Capa mole

Opinião:

Como é que um filho diz adeus a uma mãe? Esta é a temática deste livro de Carlos J. Barros.
Julieta encontra-se na etapa final da sua vida, consumida por um tumor, sofre. O seu filho encontra um molho de cartas que ela guardava, e pelas palavras de Henrique, seu pai, descobrimos e conhecemos Julieta e o amor impossível que os unia. Carlos J. Barros encontrou as cartas tocadas pelos mais e decidiu romanceá-las e nasceu assim este livro bastante interessante. O autor é directo na sua escrita sem floreados nem rodeios.
Numa viagem entre o passado e o presente, ficamos envolvidos na escrita de Carlos e na forma como conseguiu homenagear uma pessoa, e demonstrar o amor que une uma mãe e um filho.
As cartas retratam apenas momentos da vida de ambos, sendo a sua maioria escritas por Henrique, o que limita um pouco o conhecimento de todas as circunstâncias. Temos um vislumbre da vida de Julieta e de um amor que dominou a sua vida. E sempre ao ritmo da musica "La vie en rose".