terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vencedor passatempo dinalivro


O vencedor do passatempo foi sorteado através do Random.org e saiu a:
Hermenegildo de Brito Vaz Guerreiro
O vencedor já foi contactado.
Parabéns e obrigada a todos os participantes

[Opinião] “As primeiras luzes da manhã” de Fabio Volo (Editorial Presença)



Sinopse:

Em As Primeiras Luzes da Manhã Elena vive uma vida sem paixão. Mas agora, ao aproximar-se dos quarenta, a rotina fastidiosa que tomou conta dos seus dias e do seu casamento é cada vez mais difícil de ignorar. Deseja ardentemente uma mudança, mas o medo de arriscar é proporcional a esse desejo, e Elena continua à espera que seja a vida a tomar a iniciativa... Até ao momento em que ganha coragem e aceita o convite do colega de trabalho que há algum tempo se insinua junto dela. Este envolvimento intenso e inesperado inicia-a num erotismo pleno e sem tabus que a liberta e finalmente lhe abre caminho para a tão desejada intimidade com o seu próprio mundo afetivo.
Fabio Volo é um fenómeno literário, com mais de 5 milhões de livros vendidos só em Itália.

Ficha Técnica:
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 540
Data 1ª Edição: 05/02/2013
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-4990-1
Nº de Páginas: 228
Dimensões: 150x230mm
Peso: 297g

Opinião:

Ganhei o livro “As primeiras luzes da manhã” no blog “Livros e Marcadores” e fiquei com muita curiosidade para o ler, já que há muita gente a falar deste autor. O livro está organizado de uma forma original, numas páginas Fabio Volo apresenta-nos um antigo diário de Elena, a personagem principal, seguida das suas memórias dos eventos descritos. A escrita de Volo é simples e directa sem muitos artífices nem mesmo descrições prolongadas.
A história centra-se em Elena, uma mulher como tantas outras que vive um casamento infeliz, onde ambos já perderam o interesse no seu conjugue e que se encontram presos na rotina. Ela é infeliz e acaba por tomar as rédeas da sua vida e entrar num mundo que desconhecia com paixão e loucura. Elena deixa de ser a ingénua e insegura mulher para se tornar numa sedutora e segura de si.
É muito interessante ver esta transformação através das palavras de Elena e depois verificar nas suas memórias enquanto lê aquele diário.
Volo conseguiu entrar na mente feminina como poucos conseguem, mas há pormenores e reacções que ele poderia ter aprofundado mais. Dá muita atenção às cenas de sexo, que estão bem descritas e muito detalhadas. Achei muito rápida a decisão que ela tomou em ceder aos seus impulsos e a “falta” de culpa que ela sente quando se cruza com o marido e na forma agressiva que ela por vezes o trata. O livro é pequeno e poderia ter sido melhorado com mais profundidade nos sentimentos e dilemas internos.
Conhecemos, as outras personagens, pelos olhos da narradora que nos revela aos poucos características destas. Acabamos por ter a noção que eles têm vida extra que ela não narra.
É um livro interessante, mas com alguns pontos que teriam de ser limados.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

[Divulgação] "A Filha do Papa" de Luís Miguel Rocha (Porto Editora)


Regresso ao Vaticano com “A Filha do Papa”.

Novo thriller de Luís Miguel Rocha elogiado por Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe.
O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de março. Dois dos principais escritores portugueses da atualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?
A Filha do Papa será promovido em digressão nacional (cf. pág. 2).

Ficha técnica:
Título: A Filha do Papa
Autor: Luís Miguel Rocha
Págs.: 432
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

OPINIÕES

Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.
José Rentes de Carvalho

Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe

O AUTOR

Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita. A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado(2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) eA Mentira Sagrada (2011). As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.
www.luismiguelrocha.com | www.facebook.com/luismrocha

SINOPSE

Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

DIGRESSÃO NACIONAL

À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional. O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de março. Haverá lugar, também, a uma apresentação em Lisboa e a sessões em dezenas de cidades do país.A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos a esta digressão.

OPINIÕES

LMR tem um dom para arquitectar histórias fascinantes e criar personagens vivas, que se destacam das páginas e nos arrastam com elas a uma velocidade vertiginosa pelas ruas de Roma e os meandros do Vaticano. Nenhum pormenor é deixado ao acaso: a escrita é cuidada, a trama complexa e o ritmo viciante.

Tânia Ganho, escritora

Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.

Jô Soares, humorista

Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e seus mistérios com uma escrita cativante e uma história envolvente que a cada página nos deixa a desejar mais e mais!

Paula Neves, atriz

Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! Aperte o cinto e agarre-se, ele está de regresso!

Diogo Beja, locutor de rádio

sábado, 23 de fevereiro de 2013

[Opinião] “Entrelace - caminhos que se cruzam ao acaso” de Diana Scarpine (Editora Baraúna)



Sinopse:

Um homem. Uma mulher. Aparentemente desconhecidos, separados por quilômetros de distância, mas unidos pelo amor... Destinos entrelaçados pelo acaso, mas implacavelmente afastados pelo preconceito... Amor e preconceito digladiando-se num profundo e intenso embate... Será o amor capaz de vencer o preconceito? Ou o preconceito será capaz de subjugar o amor presente no coração de uma mulher?

Ficha Técnica:

Autora: Diana Scarpine
ISBN: 978-85-7923-612-9
Formato: 14 x 21
Número de páginas: 660

Opinião:

O livro “Entrelace - caminhos que se cruzam ao acaso” foi-me gentilmente oferecido pela autora Diana Scarpine, com uma linda dedicatória.
Henrique, que todos tratam por Henri, conhece Carol através da Internet e acabam por se envolverem num relacionamento virtual e quando finalmente se encontram o preconceito de Carol faz com que ela acabe um relacionamento de quase três anos.
A história é contada do ponto de vista dos dois personagens principais. Temos assim uma melhor percepção da mente de cada um e dos impedimentos que os separam. A luta interna que cada um tem para conseguir seguir a sua vida é bastante realista e interessante. Ambas as personagens evoluem ao longo da história e isso é bem patente.
Neste livro, Diana Scarpine, alerta para um problema que é global, acontece lá no brasil e aqui em Portugal também já tenho reparado. A dificuldade que as pessoas de cadeiras de rodas têm em se movimentar nas ruas e nos transportes públicos e todo o preconceito e ideias pré-concebidas acerca da vida dessas pessoas. A maioria da população olha para eles e pensa: coitadinho é aleijado e isso é bem patente nas páginas desse romance.
A escrita da Diana é fluída permitindo ao leitor acompanhar com facilidade a história e sem se aborrecer já que o livro é grande. Acabei por ficar viciada ao final de alguns capítulos. Queria saber se Carol acabava por vencer o preconceito e se eles acabavam por se entenderem e acabarem por ceder ao amor que existia entre eles. Os mal-entendidos e as situações caricatas tornam o livro divertido e é muito interessante ler as reacções díspares à uma mesma situação ou a um trocar de olhares.
Nunca fui a Jaquié nem a qualquer cidade do Brasil e fui imediatamente transportada para aquelas ruas e aquele ambiente.
Durante a leitura detectei umas gralhas que passaram para a versão impressa.
Vou agora colocar aqui algumas passagens do livro:
“O rapaz na cadeira de rodas era ele! Era Henri! Eu não podia acreditar. Tudo, de repente, pareceu-me um pesadelo e eu não conseguia me controlar. O nervosismo, a ansiedade, a insegurança tomaram conta de mim, de minha mente, colocando em evidência todo o meu preconceito da forma mais brutal possível:”
“ Retribuição?! Carol fez tudo aquilo, foi legal comigo em retribuição? Eu a consolei, é verdade, mas nunca quis nenhum tipo de retribuição! Pensei que tinha deixado isso BEM claro1 senti-me estranhamente mal quando percebi que todos esses momentos felizes que passei ao lado dela a tarde não tiveram o mesmo sentido para ela! O que era prazer genuíno para mim, não passava de uma mera obrigação para ela, uma espécie de “pagamento de dívida” que, na realidade, nem existia!”

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

[Opinião] “Borboletas Nocturnas” de Karl Manders (Civilização Editora)



Sinopse:

Borboletas Nocturnas conta-nos as histórias paralelas de um pai e de um filho, separados ao longo dos difíceis anos do Pós Segunda Guerra Mundial. O pai, Cornelius, um comerciante holandês, foi libertado de Auschwitz, preso pelo exército russo sob a acusação de espionagem, deportado para Minsk e Moscovo para tocar numa banda de jazz, para depois ser enviado para um Gulag onde encontra o filho que praticamente desconhece. O filho, Dolboy, foi criado por uma tia numa quinta na Holanda, onde passava os dias a correr pelos campos. Um dia a sua corrida levou-o a um castelo habitado por borboletas nocturnas e por uma estranha rapariga que faz a criação destes animais. Original e absorvente, Borboletas Nocturnas é um romance sobre pessoas que são constantemente obrigadas a improvisar na vida, sobre regeneração e coragem para agarrar oportunidades.

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 314
Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722624947

Opinião:

Este é um livro muito surpreendente. Karl Manders utilizou as suas próprias experiências para criar um livro extremamente realista.
Em “Borboletas Nocturnas” acompanhamos a trágica história de um pai e de um filho, a qual foi marcada pela Segunda Guerra Mundial. A verdade crua acerca do Gulag é mostrada e o grau a que um ser humano consegue descer para sobreviver e os efeitos que isso tem numa pessoa. A sinopse fica muito além da qualidade que o livro apresenta.
Falemos das personagens. Cornelius é um homem bondoso que acaba envolvido numa situação complicada e acaba por pagar na pele por algo que não fez. Assistimos à destruição dele, passando a ser apenas uma sombra do homem que era. Dolboy, o filho, começa como um bebé e acompanhamos o seu crescimento até se tornar um homem diferente do que o seu pai era, mas também ele bondoso. Assistimos a sua evolução, a adolescência e a descoberta da sexualidade. As personagens secundárias estão pouco desenvolvidas e acabam por servir de plano de fundo a toda a história.
 Quanto à forma de escrever do autor, é bastante directa e forte. As descrições são curtas e directas: “Dolboy olhou para o espelho e viu um quarto iluminado por candeeiros com quebra-luzes de franjas em tons pastel. Viu paredes às riscas verde-musgo e rosa, pontuadas de estampas de querubins: querubins com lágrimas nas faces, querubins a lamber compota das colheres de pau, querubins com punhados de flores, inocentemente rasgadas. Habitava um reino de criaturas encantadoras, reunidas para lhe recordarem do seu propósito que era a representação de uma vida irreal, a vida de um brinquedo. Olhou para o espelho e viu uma criança imaculada, com delicado cabelo a esvoaçar em ondas esculpidas, as maçãs do rosto cheias e perfeitas, os lábios lembrando uvas sobre um queixo marcado por uma covinha. Olhou para os espelhos dos seus olhos espelhados e deleitou-sena inocente ventura de nada desejar. E depois tudo desapareceu.”
É um livro viciante e de fácil leitura. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Nova Parceria com a editora Horizonte

Olá,
É com enorme prazer que que anuncio uma nova parceria do Blog: a Editora Horizonte. Em baixo estão dois convites para eventos com os autores. 



Refletida de Sylvia Day


Número 1 nas listas de bestsellers

Depois de Rendida, a 5 Sentidos publica novo êxito de Sylvia Day, Refletida
Sylvia Day tem sido, ao longo dos últimos meses, líder das principais listas de vendas internacionais, graças aos livros da série Crossfire. Depois de Rendida, a 5 Sentidos publica, em Portugal, a 4 de março, o êxito Refletida. Neste tão esperado segundo livro, os leitores continuam a acompanhar a escaldante relação de Eva e Gideon.
As narrativas eróticas da série Crossfire foram descritas como «aventuras excitantes», pela Publishers Weekly, e «maravilhosamente divertidas», pela Booklist.
Sylvia Day é uma autora bestseller do The New York Times e várias vezes finalista do prémio RITA (da Romance Writers of America). Publicou em e-book, com grande sucesso, a trilogia Crossfire, que despertou o interesse das maiores editoras internacionais. Rendida, por exemplo, tem direitos vendidos para mais de trinta países e uma primeira tiragem, só nos Estados Unidos, de um milhão de exemplares.
Desde que foram publicados, os livros desta série têm conseguido, inclusivamente, ultrapassar a trilogia de As Cinquenta Sombras de Grey, nos primeiros lugares dos principais tops de vendas mundiais.

Ficha técnica:

Título: Refletida
Autores: Sylvia Day
Tradução: Cláudia Ramos
Págs: 352
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

SINOPSE

Gideon Cross: tão bonito e perfeito por fora como atormentado e complicado por dentro. Ele enfeitiçou-me com uma paixão que me arrebatou e me despertou os prazeres mais secretos. Eu não conseguia, nem queria, ficar longe dele. Ele era o meu vício... o meu desejo... era meu. A minha história era tão violenta como a dele, e eu estava igualmente marcada pela vida. Nunca conseguiríamos ficar juntos porque era demasiado doloroso... exceto quando era inacreditavelmente perfeito. Nesses momentos, o desejo e o amor desesperado conduziam-nos a um estado de sublime insanidade. Gideon e eu estávamos a ultrapassar todas as fronteiras e a nossa paixão levar-nos-ia aos limites da doce e arriscada obsessão.