quarta-feira, 24 de setembro de 2014

[Opinião] “A primeira Regra dos Feiticeiros” de Terry Goodkind (Porto Editora)

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Sinopse:

Richard Cypher é um jovem guia em Hartland, à procura de respostas para o assassinato brutal do pai. Na floresta onde se refugia, encontra uma mulher misteriosa, Kahlan Amnell, que precisa da sua ajuda para fugir aos sequazes do temível Darken Rahl, governante de D’Hara, praticante da mais temível magia negra e um homem ávido por vingança.

Num golpe de verdadeira magia, Richard passa a deter nas suas mãos o destino de três nações e, sobretudo, da própria humanidade. O seu mundo, as suas crenças e a sua própria essência serão abalados e testados, à medida que Richard lida com amigos e inimigos, com a crueldade extrema e a compaixão dedicada, experimentando a paixão, o amor e a raiva, e o seu impacto na missão que lhe é imposta: ser aquele que procura a verdade.

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 432
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04684-0

Opinião:

Eu sempre fui seguidora da série que se baseou nesta obra, e foi com bastante prazer que li este livro, relembrar certas partes e procurar as diferenças. Rever estas personagens foi muito interessante e positivo.

A primeira regra dos feiticeiros” leva-nos para um mundo separado por tenebrosas barreiras mágicas que são armadilhas mortais para quem delas se aproxima e de onde vêm animais violentos e perigosos.

Richard é um rapaz que se destaca dos outros da sua idade e isso sempre fez com que as pessoas confiassem nele mas também fez com que o invejassem muito. Ele é uma pessoa muito calma e com um enorme coração que procura sempre a verdade em cada situação e não descansa enquanto não a encontrar.

Kahlan é muito misteriosa e nos deixa a pensar em quais seriam as suas intenções. Ela é uma confessora e o seu papel ainda é um pouco obscuro neste livro, o que é mais marcante é o facto de todos os homens terem medo dela e do que ela faz.

Por seu lado, Zed tem-se revelado o que esperávamos de um feiticeiro, imprevisível e criando momentos extremamente cómico. Por vezes faz-me lembrar uma criança que descobre um brinquedo novo.

Darken Rahl por seu lado causa-me uma sensação má. É um vilão muito intenso que nos deixa com aquela vontade de o odiar.

A narrativa é envolvente e Terry Goodkind consegue criar um Universo credível do qual ficamos com poucas dúvidas acerca desde e que nos deixa com curiosidade de ler os seguintes.
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