quarta-feira, 9 de outubro de 2013

[Opinião] “O Mago – A serva do Império” de Raymond E. Feist & Janny Wurts (Saída de Emergência)

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Sinopse:

Tudo o que um fã de fantasia poderia esperar. Este é um livro a ler mesmo para quem não leu a saga anterior.

Ninguém conhece os meandros do Jogo do Conselho melhor do que Mara dos Acoma. Através de sangrentas manobras políticas, ela tornou-se uma poderosa força no Império; porém, rodeada de mortíferos rivais, se Mara quiser sobreviver, tem de ser a melhor.

Como se isso não bastasse, Mara tem de combater batalhas em duas frentes: no viveiro de intriga e traição que é a corte dos Tsurani, e no seu coração, onde a paixão por um escravo bárbaro do mundo inimigo de Midkemia a leva a questionar os princípios que regem a sua vida. A Serva do Império é o segundo volume da magnífica saga épica de Feist e Wurts – uma das colaborações mais bem-sucedidas de todos os tempos no estilo fantástico.

Ficha Técnica:

Chancela: Saida de Emergência
Coleção: BANG
Saga/Série: Saga do Império Nº: 2
Data 1ª Edição: 06/09/2013
ISBN: 9789896375560
Nº de Páginas: 432
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa Mole

Opinião:

O primeiro Volume desta saga “O Mago – A Filha do Império” já foi criticado anteriormente aqui no bloganteriormente.

Neste segundo volume a história adensa-se e o perigo aumenta para Mara e a sua família, já todos assumem que ela é uma boa jogadora e que não a podem sobrestimar. Os jogos de poder tornam-se, então, mais sinuosos e mais perigosos. Entram novos personagens, mais perigosos e também misteriosos.

Como fã de fantasia estava ansiosa por ler a segunda parte desta saga e não fiquei desiludida, o mundo está bem desenvolvido e ainda há muito por onde explorar. Neste volume adorei a comparação com o mundo de Kevin e como ele lhe mostra um novo mundo e novos ideais que fazem Mara começar a duvidar do que toma por garantido e a dar outro valor à vida humana. Kevin consegue mudar algumas mentalidades e mostrar um pouco do seu mundo. A sua identidade ainda fica um pouco oculta e é bem patente que ele esconde algo e que não quer revelar.

Nacoya passa a ter um papel mais secundário, talvez porque a sua vida está prestes a terminar e o autor está a preparar uma nova personagem para tomar o lugar desta. Pessoalmente gostaria de a ver com um papel mais activo, tal como teve no primeiro volume.

Os Cho-ja ainda deixam muita curiosidade porque, apesar de o autor revelar mais pormenores acerca desta sociedade, ainda fica muito por revelar e por escrever.


Neste volume temos um olhar mais abrangente acerca dos jogos políticos e das armadilhas pois os autores mostram os dois lados, o da Mara e o dos seus inimigos. Isto torna a evolução da acção mais lenta mas aumenta o climax, já que nesta fase os acontecimentos são mais acelerados e tornam-se mais intensos. O final em aberto deixa-me ansiosa pelo próximo volume.
Reacções:

1 comentário:

  1. Olá,

    Estou igualmente a ler esta saga e a adorar. Alias eu já li tudo do Feist por cá publicado e quanto mais leio mais vou ficando seu admirador. Dá-me a sensação que não leste a saga anterior, mas esta saga lê-se bem independente, pois tem uma vertente mais politica e menos fantasia, mas não deixa de ser importante o passado do enredo.

    Bjs e boas leituras

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