segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

[Opinião] “Nas asas do amanhã” de Sarah Sundin (Quinta Essência)

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Sinopse:

Quando o marido morre na guerra do Pacífico, Helen Carlisle oferece-se como voluntária para o esforço de guerra, a fim de ocultar os seus sentimentos. No entanto, manter a aparência de viúva inconsolável de um herói local está a deixar a sua marca. Em breve algo irá ceder.
O tenente Raymond Novak prefere o púlpito ao cockpit. O seu trabalho a treinar pilotos de B-17 permite-lhe ter uma vida pessoal… e dá-lhe uma desculpa conveniente para ignorar o seu maior medo. Quando a bela Helen conquista o seu coração, ele mostra-se decidido a merecê-la e a desposá-la.
Ray e Helen veem-se então forçados a arriscar as suas reputações e as suas vidas; irão eles enfrentar e conquistar os desafios que têm pela frente? E poderá o seu jovem amor sobreviver até ao regresso da paz?
Cheio de drama, coragem e romance, Nas Asas do Amanhã encerra de forma magistral a popular série «Asas de Glória».
Rodeados de perigo, irão eles encontrar a coragem para confrontar os seus medos e entregarem-se a um amor duradouro?
Nas Asas do Amanhã, o terceiro e último livro da série «Asas de Glória» é uma história acerca de como vencer o medo, aceitar a aventura e encontrar e lutar pelo amor.
«Quatro estrelas e meia. Com imensos pormenores históricos e excelentes personagens, este pode ser o melhor livro da trilogia. Uma ótima leitura para quem gosta de romance, cenários na Segunda Guerra Mundial ou apenas de boas histórias.»
RT Book Reviews
«No seu terceiro romance passado durante a Segunda Guerra Mundial, Sundin aborda habilmente vários temas difíceis [como a violência doméstica]… e confere aos seus personagens a resiliência da esperança nascida da fé.»
Booklist
Ficha técnica:

Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 472
Editor: Quinta Essência
ISBN: 9789897260438

Opinião:

Este é o terceiro volume da triologia “Asas de Gloria” de Sarah Dundin. Não li ainda os três primeiros volumes, mas confesso que fiquei surpreendida pela positiva. Achei a escrita da autora bastante simples e acessível, o que fez com que lesse este livro rapidamente.
Viajamos até aos anos quarenta na altura da Segunda Guerra Mundial, uma época da história bastante interessante e durante a qual imensos sacrifícios foram feitos, os quais mudaram para sempre a vida das pessoas, um pouco por todo o mundo.
A história deste livro é bastante real e temos em mente aquela sensação de happy ending, que tememos não acontecer, com todos os percalços que atravessam o caminho dos personagens. É algo simples que se torna bastante interessante.
As descrições são rápidas e directas: “Um vapor oloroso elevava-se das panelas que ferviam no fogão e cortinas de guingão vermelho emolduravam a janela. No lado de fora, os ramos germinados do pessegueiro oscilavam com o vento. Naquele ano, Ray estaria em casa na altura da colheita.”
Achei as personagens criadas por Sarah Sundin bastante realistas. Helen Carlisle é uma mulher marcada pela vida, uma doença infantil teve sequelas visíveis. Ela sente pena de si própria, acabando mesmo por se rebaixar. Marcada por um casamento imperfeito teme ser feliz. É vítima de violência doméstica, ainda tenta encontrar desculpas sem admitir a verdade. Raymond Novak é um homem que se acha cobarde por nunca ter estado numa situação de combate. Ambos têm um passado comum, mas será que têm futuro?
A capa deste livro é lindíssima, como já nos habituamos com os livros da Quinta-essência.
Este é um livro emotivo, marcado por um tema muito sério: a violência doméstica. Fiquei muito interessada em ler os outros livros desta triologia.
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