quinta-feira, 11 de abril de 2013

Entrevista Internacional - Diana Scarpine

Hoje trago-vos a entrevista à Escritora Brasileira Diana Scarpine. O seu Livro "Entrelace" já foi criticado aqui no blog.
1.       O que é que te motivou para escrever este livro?
Resposta: Durante toda a minha vida, frequentemente presenciei o preconceito contra as pessoas com deficiência e, devido a isso, tive vontade de protestar. Por outro lado, ser escritora de romances sempre foi meu sonho. Então, resolvi  “unir o útil ao agradável” e escrever um romance que mostrasse minha indignação com o preconceito contra as pessoas com deficiência.

2.       Como te sentes ao ver o teu livro publicado?
Resposta: Sem dúvida, eu me sinto realizada. Era um grande sonho que se realizou.

3.       Com qual das tuas personagens mais te identificas?
Resposta: Eu me identifico um pouco com todos eles, exceto com Walmir, mas gosto muito dele justamente por ele não ter nada de mim (ele está sendo melhor desenvolvido em outro livro). Mas eu amo Henri (a auto-confiança dele é minha, mas sua doçura e seu amor foram inspiradas em meu esposo). Amo Carol, apesar de seu preconceito, por ela reunir em si muito do preconceito que eu vi durante toda a minha vida e também por sua capacidade de mudança e redenção e, especialmente, por mostrar que as pessoas podem se livrar do preconceito se esforçarem-se para isso. Amo Leno também, pois tentei fazer dele um irmão bem verossímil (inspirei sua boa vontade na boa vontade do meu irmão). O amor dos pais de Henri por ele foi inspirado no amor dos meus pais por mim.

4.       Como é que nasceu o teu gosto pela escrita?
Resposta:  Meus pais liam para mim e isso me fez amar a leitura. Eles também me incentivaram a escrever (eu sempre escrevia cartas e bilhetes para eles). Comecei a escrever aos treze anos de idade e de lá para cá foram cerca de 19 romances e uns 3 livros de poesia, contudo Entrelace é a minha primeira publicação.

5.       Porque é que escolheste a tua cidade natal como cenário do livro?
Resposta:  Por vários motivos:
1º - amo Jequié;
2º - sempre imaginei minhas histórias lá (ainda imagino);
3º - conheço bem a cidade e isso faz com que a história seja mais verossímil;
4ª – justamente por amar Jequié é que não posso e não devo fechar os olhos para seus problemas e, escrever minhas histórias lá, é uma forma de denunciar seus problemas para que, um dia, quem sabe, isso mude.

6.       Quais são os teus autores preferidos e porquê?
Resposta:
Brasileiros:
Machado de Assis – por sua narrativa mais psicológica (que eu adoro) e por sua capacidade de conversar com o leitor;
José de Alencar – tocou-me pelo romantismo de seus personagens;
Clarice Lispector – por sua delicadeza e sensibilidade;
Jorge Amado – por mostrar a Bahia (meu Estado natal) ao mundo;
Marcelo Ruben Paiva – por sua coragem de se expor e desmistificar muitas coisas sobre as pessoas com deficiência em seu livro “Feliz Ano Velho”
Ruben Fonseca – porque ri muito com seus contos de “Feliz Ano Novo”;
Estrangeiros:
Eça de Queirós – um autor português clássico e um dos mais lidos do Brasil. Na minha opinião, ele mistura capacidade crítica e um humor refinado.
Jane Austen – por sua capacidade crítica em seus romances e por ter sido, com certeza, uma mulher a frente de seu tempo.
Jeffrey Eugenides – por me fazer acreditar na história e terminar de ler com a sensação de que ela poderia ser real (adoro isso).

7.       Como é que foi esta primeira experiência editorial?
Resposta: Tenho achado bastante interessante. No início, estava bastante ansiosa em relação à resposta do público, mas ela tem sido muito boa, o que me deixa muito feliz. Todas as resenhas publicadas sobre o livro até agora são positivas e bem elaboradas.

8.       Como é que reges a tua vida familiar, profissional e a tua vida artística?
Resposta: É bastante complicado conciliar família, trabalho formal (o que paga as minhas contas), o trabalho de escritora (que não me rende dinheiro, mas me dá prazer) e também o meu lado leitora (que também me dá prazer e auxilia em meu trabalho como escritora). Não é todo dia que eu consigo escrever; mas, sempre que posso, escrevo. Justamente, por causa disso, não tenho uma estratégia nem planejamento específico. Vou improvisando, me adaptando ou, como dizem aqui, “levando do jeito que dá”.

9.       O que é que o futuro reserva a nível de romances?
Resposta: Estou escrevendo um novo romance, cujo nome provisório é “Uma chance para recomeçar”, mas ainda não sei quando será publicado.

10.   Que mensagem tens para os leitores portugueses?
Resposta: Eu aprecio muito o povo português, especialmente devido ao seus livros e artigos, tanto científicos como literários. Infelizmente, esta é minha única referência da cultura do país, pois nunca fui a Portugal. Aproveito o ensejo para agradecer a receptividade dos portugueses - em especial ao blog Sofá dos Livros - ao romance “Entrelace: Caminhos que se cruzam ao acaso”. Espero que quem não o leu ainda o aprecie tanto quanto os que já leram.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bizâncio - Novidades de Abril de 2013


  



Título: Baby Blues 30 – Indo eu, Indo eu, a Caminho do Museu
Autor: Rick Kirkman e Jerry Scott
Colecção: Banda Desenhada
ISBN: 978-972-53-0523-2 Código de Barras: 9 789 725 305 232
Págs.: 132
Preço: Euros 11,90 / 12,61
BD
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Os McPherson retratam, da melhor forma, as saídas em família... Com 3 crianças pequenas.








Título: A Linguagem É a minha Pátria
Autor: Jorge Semprún
Colecção: Vidas
ISBN: 978-972-53-0524-9 Código de Barras: 9 789 725 305 249
Págs.: 160
Preço: Euros 10,38 / 11,00
Entrevista/Biografia
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No Verão de 2010, Jorge Semprún dedicou-se a uma série de conversas com Franck Appréderis, seu amigo de há décadas, que deu origem a um programa emitido pela France Télévisions. De modo simultaneamente íntimo e pudico, Jorge Semprún regressa ao conjunto da sua obra, tanto literária como cinematográfica, e ao seu percurso político: resistente comunista deportado para Buchenwald, militante clandestino em luta contra o franquismo e ministro da Cultura de Felipe González. Testemunha e actor das convulsões da história do século XX, fala com franqueza e simplicidade: «Tenho mais recordações do que se tivesse mil anos.» O relato ímpar da vida de um homem extraordinário. Uma revisitação do século XX por um dos mais empenhados protagonistas da história recente da Europa.





 Reedições:



Título: Uma Paixão Humana
Subtítulo: O Seu Cérebro e a Música
Autor: Daniel J. Levitin
Colecção: Musicalmente
ISBN: 978-972-53-0363-4 Código de Barras: 9 789 725 303 634
Págs.: 336
Preço: Euros 14,15 / 15,00
Música
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«O livro de Levitin é eloquente e poético (...) é muito gratificante acompanhar esta investigação de um autor que é um notável músico, um conceituado cientista e alguém que ainda se encanta a contemplar o universo.»
— STING

Este é o primeiro livro que conduz a um entendimento científico abrangente sobre o modo como experimentamos a música e sobre o papel ímpar que desempenha nas nossas vidas. Como Oliver Sacks afirmou, o professor Daniel Levitin é uma das poucas pessoas no mundo que poderiam escrevê-lo. Uma Paixão Humana é um encontro entre os dois mundos magníficos da Arte e da Ciência e está destinado a ser um marco na história da cultura. Esta investigação sem precedentes do papel da música na evolução humana e no nosso quotidiano abarca a Psicologia, a Neurociência e exemplos musicais de Mozart a Eminem, passando por Bach, Count Basie, Creedence Clearwater Revival e tantos outros. Levitin demonstra que estamos todos mais musicalmente equipados do que pensamos, pois os nossos cérebros estão dotados para a música. Alguns especialistas de referência defenderam durante muito tempo que a música é um elemento decorativo que vive de forma parasita nas franjas da natureza humana. Levitin, pelo contrário, defende e demonstra de modo convincente que a música é uma paixão da essência da natureza humana, talvez mais fundamental para a nossa espécie do que a linguagem.







Título: Cozinha Fácil para Homens que não sabem Estrelar um Ovo
Autor: João Viegas
ISBN: 978-972-53-0462-4 Código de Barras: 9 789 725 304 624
Págs.: 192
Preço: Euros 18,40 / 19,50
Culinária
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Aqui não vai encontrar nenhum manual de Cozinha Portuguesa, Alentejana ou mesmo Açoriana. Dificilmente, também, irá dar de caras com aquele Cabrito à Padeiro ou o Pargo Assado no forno, que era a especialidade da sua mãe, que, de acordo com a sua opinião, cozinha como nenhuma outra mulher à face da Terra. Em contrapartida, terá dezenas de receitas divertidas, modernas, saborosas, fáceis e com raízes e influências de muitas latitudes. Não garanto que a Carne de Vaca com Espargos e Molho de Ostras seja exactamente igual à que o último imperador comia com pauzinhos, mas uma coisa é certa... depois de saborear, e de repetir esta iguaria, vai sentir-se como um verdadeiro... imperador. Mais do que o purismo, privilegiei o sabor, o visual e a simplicidade. Que me perdoem os «fundamentalistas» mas com este livro não se pretende ganhar estrelas Michelin. O objectivo é transmitir o prazer que cozinhar nos pode dar (e aos amigos que convidarmos) e mostrar que a cozinha, mesmo a original, criativa, internacional e cosmopolita, não é nenhum «bicho de sete cabeças», e está ao alcance de todos nós. ...Mesmo daqueles que, como eu,
não sabem estrelar um ovo!

João Viegas












MEC no Facebook



Adere à rede social uma das personalidades mais citadas do país
Quem, em Portugal, utiliza o Facebook já se deparou, por certo, com partilhas de frases e textos de Miguel Esteves Cardoso. Seja sobre o amor ou a portugalidade, certo é que MEC é das personalidades mais citadas do país. A militância de muitos fãs levou mesmo à criação de várias páginas e grupos organizados. A partir de hoje, porém, passa a existir uma página oficial de Miguel Esteves Cardoso no Facebook, gerida pelo autor e pela Porto Editora.
Em www.facebook.com/miguelestevescardoso, os fãs vão poder encontrar informações sobre o autor e conteúdos exclusivos criados pelo próprio MEC.
Lembre-se que, a 22 de abril, são publicados um novo livro de crónicas,intitulado Como é linda a puta da vida, e ainda quatro novas edições: A causa das coisas, O amor é fodido, Os meus problemas e Explicações de Português explicadas outra vez.
A apresentação oficial das cinco obras – cujas capas são da autoria do ilustrador portuense Rui Ricardo – vai acontecer no Porto, a 27 de abril, às 17:00, no âmbito do ciclo literário Porto de Encontro (Biblioteca Municipal Almeida Garrett, aos Jardins do Palácio de Cristal). Em Lisboa, a apresentação acontecerá a 3 de maio, em local a anunciar brevemente.

Quem é que Vai Aproveitar?

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[Opinião] “Bia na Montanha do Cavalo Branco” de Elisa Vila Nova (Papiro Editora)


Sinopse:

Destinado a jovens leitores, Bia na montanha do cavalo branco é o segundo volume da Coleção «Saber e Aventura», uma série de histórias empolgantes e originais que nos contam as andanças vividas pela Bia e seus amigos em contextos muito variados. 1.º Volume: Bia na montanha do Cavalo Branco.

Ficha Técnica:

Autor: Elisa Vila Nova 
Data de lançamento: Jun-12
Tema: Infanto-juvenil
NºPáginas: 176

Opinião:

Este livro fez-me lembrar os livros infantis que eu lia em miúda, “Os cinco”, “Uma aventura”. Gostei muito como a autora apresenta certas informações acerca dos tipos de rocha. De uma forma simples ela expõe todas as suas características. Também abordam os temas de conservação da ida animal e dos fósseis.
A lenda do Cavalo Branco é bastante interessante e inicialmente não se consegue perceber se é tudo um sonho ou realidade. Apesar da autora não dar grande ênfase a essa parte achei bastante interessante, uma vez que as crianças têm alguma dificuldade a distinguir a realidade  dos sonhos.
A forma como Elisa escreve é adaptada à idade dos seus leitores, na secção infantil-juvenil. As ilustrações são boas e estão em concordância com o texto, é pena serem a preto e branco. Nas abas podemos conhecer todas as personagens deste livro.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Novidade Vogais


Recheado de fotografias inéditas, Fialho Gouveia: Biografia Sentimental é mais do que o retrato de um jornalista e apresentador ímpar: é a história de um período fundamental da vida portuguesa. 

Editado pela Vogaisesta obra escrita pela filha Maria João Fialho Gouveia chega às livrarias no dia 18 de abril (384 páginas + 24 páginas com fotografias I 19,99€), e será apresentada no dia 19 (convite em anexo).                                             

O prefácio, emocional, é de Marcelo Rebelo de Sousa.

A Vogais disponibiliza para leitura imediata, aqui, a dedicatória, introdução, prefácio, e os dois primeiros capítulos de Fialho Gouveia: Biografia Sentimental. Capa disponível, aquiBooktrailer.

«Fialho Gouveia era descrito pelos amigos como homem bom, repórter talentoso, benfiquista entusiasta e, acima de tudo, uma referência ética e cívica para todos. Já era uma das vozes mais populares da rádio quando participou na fundação da RTP, em Março de 1957.

Desde logo se tornou uma das caras mais importantes do «pequeno ecrã». Criou e apresentou, com Raul Solnado e Carlos Cruz, o Zip-Zip, o primeiro talk-show português; fez a reportagem em directo do 25 de Abril, numa emissão histórica da RTP; e foi a face e a alma de alguns dos mais conhecidos programas dos anos 80 e 90, como A Visita da Cornélia, A Arca de Noé e Entre Famílias.

A sua filha, Maria João, oferece-nos pela primeira vez um relato íntimo e comovente do conhecido apresentador, em todas as suas facetas — a harmonia familiar e o sucesso popular, mas também as mentiras e as amarguras que lhe roubaram a alegria nos seus últimos dias.»

Inclui os testemunhos sentidos de mais de uma centena de amigos e colegas de profissão, entre os quais 
(a lista completa pode ser consultada no PDF disponibilizado):

Alice Vieira •  António Victorino D'Almeida • Carlos Cruz Eunice Muñoz • Eusébio • Fernando Tordo 
Herman José • João Braga • João Soares • Júlio Isidro • Luís Filipe Vieira • Mário Soares • Mário Zambujal 
Ramalho Eanes •  Rita Salema •  Ruy de Carvalho • Simone de Oliveira 



A Maria João Fialho Gouveia irá fazer um lançamento no Porto, dia 27, no Mar Shopping (18 horas), estando, nessa altura, igualmente disponível para entrevistas aos meios de comunicação.




Apresentação de Livro


O seu último romance foi o primeiro de um português a entrar no top de vendas do NY Times~

Luís Miguel Rocha apresenta novo livro na Bulhosa.
O escritor Luís Miguel Rocha vai estar na Bulhosa Oeiras esta quinta-feira, 11 de abril, às 18h, e no dia
seguinte, sexta-feira, 12 de Abril, às 18h, na Leitura Bom Sucesso, para duas sessões de autógrafos, em
Lisboa e no Porto, aproveitando o lançamento do seu mais recente romance com a chancela da Porto
Editora, A Filha do Papa. Os seus títulos anteriores, O Último Papa e Bala Santa, foram ambos bestsellers e
A Mentira Sagrada, o mais recente, foi publicado em 22 países e o primeiro livro de um autor português a
entrar para o top de vendas do New York Times.
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado? Esta é a questão de
partida em A Filha do Papa, uma obra cheia de ação centrada na figura de Pio XII. Elogiado por escritores
portugueses de referência como José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, este livro foi lançado, em
março, na véspera do Conclave que terminou com a eleição do Papa Francisco.
Luís Miguel Rocha nasceu no Porto em 1976 e passou a infância e adolescência em Viana do Castelo.
Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita (www.luismiguelrocha.com). Os seus livros anteriores foram:
 O Último Papa (2006) Saída de Emergência
 A Bala Santa (2007) Cavalo de Ferro (Paralelo 40)
 A Mentira Sagrada (2011) Porto Editora
Luís Miguel Rocha em sessão de autógrafos…
na Bulhosa Oeiras | Quinta-feira | 11 de Abril | 18h | Centro Comercial Oeiras Parque, loja 1106 | 214 460 150
na Leitura Bom Sucesso | Sexta-feira | 12 de Abril | 18h | Rua Gonçalo Sampaio, 350 | Loja 238 | 220 100 006
FICHA TÉCNICA
Título: A Filha do Papa | Autor: Luís Miguel Rocha | Páginas: 432 | Editora: Porto
Editora |
PVP: €17,70 | Publicação: Abril de 2013
SINOPSE
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse
acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo
acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano - a filha do Papa Pio
XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão
descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a
todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais
bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?