segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

[Divulgação] "A Filha do Papa" de Luís Miguel Rocha (Porto Editora)


Regresso ao Vaticano com “A Filha do Papa”.

Novo thriller de Luís Miguel Rocha elogiado por Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe.
O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de março. Dois dos principais escritores portugueses da atualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?
A Filha do Papa será promovido em digressão nacional (cf. pág. 2).

Ficha técnica:
Título: A Filha do Papa
Autor: Luís Miguel Rocha
Págs.: 432
Capa: mole com badanas
PVP: 17,70 €

OPINIÕES

Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.
José Rentes de Carvalho

Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.
Valter Hugo Mãe

O AUTOR

Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita. A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado(2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) eA Mentira Sagrada (2011). As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.
www.luismiguelrocha.com | www.facebook.com/luismrocha

SINOPSE

Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

DIGRESSÃO NACIONAL

À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional. O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de março. Haverá lugar, também, a uma apresentação em Lisboa e a sessões em dezenas de cidades do país.A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos a esta digressão.

OPINIÕES

LMR tem um dom para arquitectar histórias fascinantes e criar personagens vivas, que se destacam das páginas e nos arrastam com elas a uma velocidade vertiginosa pelas ruas de Roma e os meandros do Vaticano. Nenhum pormenor é deixado ao acaso: a escrita é cuidada, a trama complexa e o ritmo viciante.

Tânia Ganho, escritora

Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.

Jô Soares, humorista

Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e seus mistérios com uma escrita cativante e uma história envolvente que a cada página nos deixa a desejar mais e mais!

Paula Neves, atriz

Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! Aperte o cinto e agarre-se, ele está de regresso!

Diogo Beja, locutor de rádio

sábado, 23 de fevereiro de 2013

[Opinião] “Entrelace - caminhos que se cruzam ao acaso” de Diana Scarpine (Editora Baraúna)



Sinopse:

Um homem. Uma mulher. Aparentemente desconhecidos, separados por quilômetros de distância, mas unidos pelo amor... Destinos entrelaçados pelo acaso, mas implacavelmente afastados pelo preconceito... Amor e preconceito digladiando-se num profundo e intenso embate... Será o amor capaz de vencer o preconceito? Ou o preconceito será capaz de subjugar o amor presente no coração de uma mulher?

Ficha Técnica:

Autora: Diana Scarpine
ISBN: 978-85-7923-612-9
Formato: 14 x 21
Número de páginas: 660

Opinião:

O livro “Entrelace - caminhos que se cruzam ao acaso” foi-me gentilmente oferecido pela autora Diana Scarpine, com uma linda dedicatória.
Henrique, que todos tratam por Henri, conhece Carol através da Internet e acabam por se envolverem num relacionamento virtual e quando finalmente se encontram o preconceito de Carol faz com que ela acabe um relacionamento de quase três anos.
A história é contada do ponto de vista dos dois personagens principais. Temos assim uma melhor percepção da mente de cada um e dos impedimentos que os separam. A luta interna que cada um tem para conseguir seguir a sua vida é bastante realista e interessante. Ambas as personagens evoluem ao longo da história e isso é bem patente.
Neste livro, Diana Scarpine, alerta para um problema que é global, acontece lá no brasil e aqui em Portugal também já tenho reparado. A dificuldade que as pessoas de cadeiras de rodas têm em se movimentar nas ruas e nos transportes públicos e todo o preconceito e ideias pré-concebidas acerca da vida dessas pessoas. A maioria da população olha para eles e pensa: coitadinho é aleijado e isso é bem patente nas páginas desse romance.
A escrita da Diana é fluída permitindo ao leitor acompanhar com facilidade a história e sem se aborrecer já que o livro é grande. Acabei por ficar viciada ao final de alguns capítulos. Queria saber se Carol acabava por vencer o preconceito e se eles acabavam por se entenderem e acabarem por ceder ao amor que existia entre eles. Os mal-entendidos e as situações caricatas tornam o livro divertido e é muito interessante ler as reacções díspares à uma mesma situação ou a um trocar de olhares.
Nunca fui a Jaquié nem a qualquer cidade do Brasil e fui imediatamente transportada para aquelas ruas e aquele ambiente.
Durante a leitura detectei umas gralhas que passaram para a versão impressa.
Vou agora colocar aqui algumas passagens do livro:
“O rapaz na cadeira de rodas era ele! Era Henri! Eu não podia acreditar. Tudo, de repente, pareceu-me um pesadelo e eu não conseguia me controlar. O nervosismo, a ansiedade, a insegurança tomaram conta de mim, de minha mente, colocando em evidência todo o meu preconceito da forma mais brutal possível:”
“ Retribuição?! Carol fez tudo aquilo, foi legal comigo em retribuição? Eu a consolei, é verdade, mas nunca quis nenhum tipo de retribuição! Pensei que tinha deixado isso BEM claro1 senti-me estranhamente mal quando percebi que todos esses momentos felizes que passei ao lado dela a tarde não tiveram o mesmo sentido para ela! O que era prazer genuíno para mim, não passava de uma mera obrigação para ela, uma espécie de “pagamento de dívida” que, na realidade, nem existia!”

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

[Opinião] “Borboletas Nocturnas” de Karl Manders (Civilização Editora)



Sinopse:

Borboletas Nocturnas conta-nos as histórias paralelas de um pai e de um filho, separados ao longo dos difíceis anos do Pós Segunda Guerra Mundial. O pai, Cornelius, um comerciante holandês, foi libertado de Auschwitz, preso pelo exército russo sob a acusação de espionagem, deportado para Minsk e Moscovo para tocar numa banda de jazz, para depois ser enviado para um Gulag onde encontra o filho que praticamente desconhece. O filho, Dolboy, foi criado por uma tia numa quinta na Holanda, onde passava os dias a correr pelos campos. Um dia a sua corrida levou-o a um castelo habitado por borboletas nocturnas e por uma estranha rapariga que faz a criação destes animais. Original e absorvente, Borboletas Nocturnas é um romance sobre pessoas que são constantemente obrigadas a improvisar na vida, sobre regeneração e coragem para agarrar oportunidades.

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 314
Editor: Livraria Civilização Editora
ISBN: 9789722624947

Opinião:

Este é um livro muito surpreendente. Karl Manders utilizou as suas próprias experiências para criar um livro extremamente realista.
Em “Borboletas Nocturnas” acompanhamos a trágica história de um pai e de um filho, a qual foi marcada pela Segunda Guerra Mundial. A verdade crua acerca do Gulag é mostrada e o grau a que um ser humano consegue descer para sobreviver e os efeitos que isso tem numa pessoa. A sinopse fica muito além da qualidade que o livro apresenta.
Falemos das personagens. Cornelius é um homem bondoso que acaba envolvido numa situação complicada e acaba por pagar na pele por algo que não fez. Assistimos à destruição dele, passando a ser apenas uma sombra do homem que era. Dolboy, o filho, começa como um bebé e acompanhamos o seu crescimento até se tornar um homem diferente do que o seu pai era, mas também ele bondoso. Assistimos a sua evolução, a adolescência e a descoberta da sexualidade. As personagens secundárias estão pouco desenvolvidas e acabam por servir de plano de fundo a toda a história.
 Quanto à forma de escrever do autor, é bastante directa e forte. As descrições são curtas e directas: “Dolboy olhou para o espelho e viu um quarto iluminado por candeeiros com quebra-luzes de franjas em tons pastel. Viu paredes às riscas verde-musgo e rosa, pontuadas de estampas de querubins: querubins com lágrimas nas faces, querubins a lamber compota das colheres de pau, querubins com punhados de flores, inocentemente rasgadas. Habitava um reino de criaturas encantadoras, reunidas para lhe recordarem do seu propósito que era a representação de uma vida irreal, a vida de um brinquedo. Olhou para o espelho e viu uma criança imaculada, com delicado cabelo a esvoaçar em ondas esculpidas, as maçãs do rosto cheias e perfeitas, os lábios lembrando uvas sobre um queixo marcado por uma covinha. Olhou para os espelhos dos seus olhos espelhados e deleitou-sena inocente ventura de nada desejar. E depois tudo desapareceu.”
É um livro viciante e de fácil leitura. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Nova Parceria com a editora Horizonte

Olá,
É com enorme prazer que que anuncio uma nova parceria do Blog: a Editora Horizonte. Em baixo estão dois convites para eventos com os autores. 



Refletida de Sylvia Day


Número 1 nas listas de bestsellers

Depois de Rendida, a 5 Sentidos publica novo êxito de Sylvia Day, Refletida
Sylvia Day tem sido, ao longo dos últimos meses, líder das principais listas de vendas internacionais, graças aos livros da série Crossfire. Depois de Rendida, a 5 Sentidos publica, em Portugal, a 4 de março, o êxito Refletida. Neste tão esperado segundo livro, os leitores continuam a acompanhar a escaldante relação de Eva e Gideon.
As narrativas eróticas da série Crossfire foram descritas como «aventuras excitantes», pela Publishers Weekly, e «maravilhosamente divertidas», pela Booklist.
Sylvia Day é uma autora bestseller do The New York Times e várias vezes finalista do prémio RITA (da Romance Writers of America). Publicou em e-book, com grande sucesso, a trilogia Crossfire, que despertou o interesse das maiores editoras internacionais. Rendida, por exemplo, tem direitos vendidos para mais de trinta países e uma primeira tiragem, só nos Estados Unidos, de um milhão de exemplares.
Desde que foram publicados, os livros desta série têm conseguido, inclusivamente, ultrapassar a trilogia de As Cinquenta Sombras de Grey, nos primeiros lugares dos principais tops de vendas mundiais.

Ficha técnica:

Título: Refletida
Autores: Sylvia Day
Tradução: Cláudia Ramos
Págs: 352
Capa: mole com badanas
PVP: 16,60 €

SINOPSE

Gideon Cross: tão bonito e perfeito por fora como atormentado e complicado por dentro. Ele enfeitiçou-me com uma paixão que me arrebatou e me despertou os prazeres mais secretos. Eu não conseguia, nem queria, ficar longe dele. Ele era o meu vício... o meu desejo... era meu. A minha história era tão violenta como a dele, e eu estava igualmente marcada pela vida. Nunca conseguiríamos ficar juntos porque era demasiado doloroso... exceto quando era inacreditavelmente perfeito. Nesses momentos, o desejo e o amor desesperado conduziam-nos a um estado de sublime insanidade. Gideon e eu estávamos a ultrapassar todas as fronteiras e a nossa paixão levar-nos-ia aos limites da doce e arriscada obsessão.

Bizâncio - Novidades/Relançamentos de Fevereiro de 2013



Relançamentos:


Título: Descubra a Cabra Secreta que há em Si
Autor: Elizabeth Hilts
Colecção: Pequenos Livros
ISBN: 978-972-53-0521-8 Código de Barras: 9 789 725 305 218
Págs.: 240
Preço: Euros 11,79 / 12,50
Humor
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Há uma parte de cada uma de nós, uma parte bem importante, que muitas vezes não deixamos transparecer. É a cabra secreta. A cabra secreta diz o que pensa e pensa o que diz. É um ponto final definitivo no vício de sermos «boazinhas». Acabou-se o dizer sim quando se quer dizer não. Acabaram-se os becos sem saída sentimentais. A Cabra Secreta que há em Si é aquela parte integral e poderosa que impede que se esqueça de si nas suas relações profissionais, familiares, de amizade e especialmente quando se apaixona. Precisa de mudar o rumo da sua vida? Deixe A Cabra Secreta que há em Si guiá-la!



Título: O Que É a Arte?
Autor: Nigel Warburton
Colecção: Filosoficamente
ISBN: 978-972-53-0355-9 Código de Barras: 9 789 725 303 559
Págs.: 188
Preço: Euros 12,86 / 13,63
Filosofia/Arte
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Quando um artista manda para uma exposição um pavão vivo isso é Arte? O que é a Arte? Eis uma pergunta que muitos de nós gostaríamos de ver respondida. É esta questão que Nigel Warburton desmistifica neste livro. Com a sua habitual clareza, explica-nos teorias da arte — muito faladas e pouco entendidas — de autores como Clive Bell, Colingwood e Wittgenstein. E aborda ainda outras importantes questões como a intenção do artista, representação e emoção.

Um guia, estimulante e acessível, para o imenso puzzle da Arte. Gosta de Filosofia? Interessa-se pela Arte? Gosta apenas de observar quadros? Então este livro é para si.



Título: A Física do Futuro
Subtítulo: Como a Ciência Moldará o Mundo nos Próximos Cem Anos
Autor: Michio Kaku
Colecção: Máquina do Mundo
ISBN: 978-972-53-0480-8 Código de Barras: 9 789 725 304 808
Págs.: 464
Preço: Euros 15,09 / 16,00
Ciência
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Em A Física do Futuro, Michio Kaku apresenta-nos uma esmagadora, apaixonante e provocadora visão do século que aí vem, com base nas entrevistas feitas a mais de trezentos cientistas que, neste momento, já estão a inventar o futuro nos seus laboratórios. O resultado é uma descrição plena de rigor científico sobre os desenvolvimentos que poderemos esperar na medicina, na informática, na inteligência artificial, na nanotecnologia, na produção de energia, etc. Em 2100, possivelmente, controlaremos os computadores com pequenos sensores no nosso cérebro e, como os mágicos, deslocaremos os objectos à nossa volta com o poder da mente. As nossas casas inundadas de inteligência artificial e as nossas lentes de contacto com Internet permitir-nos-ão aceder a toda a informação que queiramos, à escala mundial, e ficar na presença de quem desejarmos num piscar de olhos. Os automóveis conduzir-se-ão sozinhos, com GPS, deslocando-se em almofadas de ar, sobre campos magnéticos. Através da medicina molecular os cientistas poderão criar qualquer órgão do corpo humano e curar doenças genéticas. Milhões de pequenos sensores de ADN, e nanopartículas, patrulharão as nossas células sanguíneas procurando detectar os primeiros sinais de doença, e os avanços genéticos permitir-nos-ão abrandar ou mesmo reverter o processo de envelhecimento. A esperança média de vida alargar-se-á espantosamente. Naves espaciais usarão a propulsão a laser, e talvez seja até possível apanhar o elevador espacial, carregar no botão «para cima» e fazer uma visita ao espaço, depois de, em minutos, percorrer milhares de quilómetros. Porém, estas espantosas revelações são apenas a ponta do iceberg. Kaku fala-nos dos robôs que exprimem emoções, de visão de raio X, de foguetões de antimatéria e da capacidade de criarmos novas formas de vida. Aborda também o desenvolvimento da economia mundial e coloca algumas questões: quem serão, no futuro, os vencedores e os derrotados? Quem terá emprego? Que nações prosperarão? Simultaneamente, Michio Kaku explica-nos os rigorosos princípios científicos que estão subjacentes a estes progressos, qual a taxa provável a que progredirá esta ou aquela tecnologia, quão longe chegará, quais as limitações e obstáculos que terá de ultrapassar. Uma visão apaixonante, devidamente fundamentada, dos anos que nos esperam até 2100. A Física do Futuro é uma odisseia plena de desafios sobre os próximos cem anos e a sua emocionante revolução científica.


Título: Não me F**** o Juízo
Subtítulo: Crítica da Manipulação Mental
Autor: Colin McGinn
Colecção: Filosoficamente
ISBN: 978-972-53-0413-6 Código de Barras: 9 789 725 304 136
Págs.: 96
Preço: Euros 7,14 / 7,57
Filosofia
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Uma coisa é estar rodeado de tretas. Outra completamente diferente é que nos f**** o juízo. A primeira é irritante, mas a segunda é violenta e invasiva (excepto quando consentida). Se alguém lhe manipular os pensamentos e as emoções, lixando-lhe a cabeça, é natural que fique ressentido: o indivíduo em questão distorceu as suas percepções, perturbou os seus sentimentos, talvez até lhe tenha usurpado o Eu. A psicofoda é um aspecto predominante da cultura contemporânea e o agente que a pratica tanto pode ser um indivíduo como todo um Estado, dos jogos de manipulação pessoais até à propaganda em grande escala. Em Não me F**** o Juízo, Colin McGinn investiga e clarifica este fenómeno. Da antiga Grécia a Shakespeare e às técnicas modernas de controlo de pensamento, McGinn reúne os componentes deste complexo conceito — confiança, logro, emoção, manipulação, crença falsa, vulnerabilidade — e explora a sua natureza.

Trinta por Uma Linha de António Torrado


Uma coletânea de contos muito divertidos unidos por uma linha, ilustrada por Cristina Malaquias

Civilização publica Trinta por Uma Linha de António Torrado

Trinta por Uma Linha reúne trinta pequenos contos muito divertidos, todos ligados por uma linha que faz nós e corrupios, desde a Aldinha que gosta tanto da escola que decide ensinar as formigas a ler, à gota de água que não quer cair em qualquer lugar até à bolacha Maria que não queria ser simplesmente Maria, queria ter mais nomes próprios e apelidos. Escrito por António Torrado, com o seu humor peculiar, o novo livro do popular autor é ilustrado por Cristina Malaquias. Este livro é recomendado pelo PNL como leitura autónoma ou de apoio para crianças no 3.º ano de escolaridade.
António Torrado é um dos autores mais conhecidos e admirados do nosso país. Licenciado em Filosofia e com uma atividade muito diversa, de escritor a pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão, publicou o primeiro livro aos dezoito anos. Vencedor do Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças em 1980 e 1988, em 2011 foi homenageado pelos quarenta anos de carreira no famoso encontro “Palavras Andarilhas”.
As suas histórias e contos são, invariavelmente, primeiras leituras divertidas e didáticas. Tem mais de cem livros publicados. Em 2011, foi nomeado para o prémio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil.

FICHA TÉCNICA

Título: Trinta por Uma Linha
Autor: António Torrado
Ilustrador: Cristina Malaquias
Formato: 216 x 276 mm
Páginas: 112
Encadernação: Capa dura
Subfamília: Pré-escolar – Primeiras Leituras
EAN: 9789722635820
ISBN: 978-972-26-3582-0
PVP: 13,99 €
Lançamento: Fevereiro de 2013