terça-feira, 30 de dezembro de 2014

[Opinião] "Para Sempre, Talvez" de Cecelia Ahern (Editorial Presença)

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Sinopse:

Alex e Rosie atravessaram a infância e a adolescência juntos, sempre presentes na vida um do outro como melhores amigos. Mas, quando chega o momento de começarem a descobrir as alegrias das noites na cidade e das primeiras aventuras amorosas, o destino prega-lhes uma partida, a família de Alex muda-se da Irlanda para Boston, e Alex vai com ela, para sempre. Rosie não consegue imaginar a vida sem o companheiro de todas as horas e decide ir também para os Estados Unidos. Só que, uma vez mais, o destino intervém nas suas vidas, obrigando Rosie a permanecer na Irlanda. Mas poderão o tempo, a distância e o próprio destino ser mais fortes que um grande amor?

Ficha Técnica:


Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 364
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722334624

Coleção: Champanhe e Morangos

Opinião:

Cecilia Ahern é conhecida como autora de romances que conquistam o mundo. Conhecida mundialmente pelo seu sucesso "P. S. Amo-te", esta autora escreve romances em que o amor transcende a morte, a distancia e o tempo. Em "Para Sempre, Talvez" conhecemos as vidas das personagens através da correspondência que trocam, sejam cartas, e-mails ou pequenos bilhetes que nos vão dar um vislumbre das suas vidas e das relações que têm.

Por vezes senti-me frustrada com o livro, eu queria que as personagens resolvessem as suas divergências e descobrissem o seu destino mas, tal como na vida real, nem sempre conseguimos obter aquilo que desejamos e o medo de perdermos uma pessoa de quem gostamos faz com que tenhamos medo de arriscar.

Apesar do livro ter sido escrito sob a forma de cartas, conseguimos seguir facilmente a história e acompanhar todos os passos que as personagens dão na sua vida.

A personagem que mais me frustou foi o Alex, este consegue ser bastante cego a que está mesmo à sua frente e acaba por deixar-se levar pelas decisões do momento e não arrisca nada, ele teve a possibilidade e ter tudo o que desejava na vida mas deixa a felicidade escapar-se pelos dedos com uma enorme facilidade. Sinto um enorme respeito por Rose e pela força que esta personagem demostra, mesmo que esta não se aperceba disso. Estas personagens não podiam ser mais realistas, qualquer uma delas podia ser nosso amigo ou nosso vizinho.

Aguardo ansiosamente a oportunidade de ver a adaptação cinematográfica do mesmo e verificar qual foi a abordagem ao livro.


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