quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Novidade Coolbooks

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Eu, do Nada, de Isabel Tallysha-Soares

Miguel Esteves Cardoso e Pedro Rolo Duarte 

motivaram a escrita do romance

Docente no ensino superior, Isabel Tallysha-Soares encontrou numa 

crónica de Miguel Esteves Cardoso o ponto de partida para um romance 

cuja escrita foi incentivada pelo jornalista Pedro Rolo Duarte. O resultado 

é este Eu, do Nada, uma belíssima obra de estreia, disponível a partir de 

hoje em em coolbooks.pt e na livraria virtual wook.pt.

Saga familiar com laivos de realismo mágico, Eu, do Nada remete o leitor 

para um universo que encontra paralelo nas primeiras obras de Isabel 

Allende, nomeadamente em Retrato a Sépia e A Casa dos Espíritos.

Partilha com elas a abordagem das raízes familiares e ainda uma 

plasticidade discursiva que não deixará os leitores indiferentes.

Esta é a vigésima obra publicada pela Coolbooks, a chancela do Grupo 

Porto Editora que tem como objetivo dar a conhecer novos autores de 

língua portuguesa, editando – em exclusivo – em suporte digital. O 

catálogo da Coolbooks é generalista e tem sido construído a partir de um 

trabalho cuidado de seleção e edição.

SINOPSE

Esta é a história de um local que resistiu às eras sendo Nada, uma quinta 

onde, na peculiaridade do nome, sempre se negociou vida e 

transcendência com a naturalidade do dessassombro. É a história de 

Luísa, feita varão do Nada, nascida Matilde em 1911. É a história de um 

país interseccionando-se no quotidiano rural de uma Casa grande de 

vinho e pão, sobrevivendo às Invasões Francesas, a ciclones, ditaduras, 

fantasmas e outros bichos, sobrevivendo à dor e à perda da sucessão de 

tempo atrás de tempo. Sobreviverá o Nada a Luísa? Ou tornar-se-á Luísa 

uma réplica de Máxima, a Senhora que vive na distância altaneira do 

segundo andar da Casa do Nada? 

Baseado em factos reais.



BIOGRAFIA

Isabel Tallysha-Soares não nasceu nesta língua. Aprendeu-a às pressas 

em velhos volumes da Nau Catrineta tomados de tempo e guardados 

num armário livreiro com vidraças forradas a carmesim. Decorou Pessoa 

e leu Eça na obrigação da aprendizagem de uma língua estranha e 

circunvolutória. Fez-lhe as pazes no Ramalho de John Bull percebendo, 

por fim, que esta é uma língua de sol e Meridião, que tanto escreve o tudo 

como o Nada.

Diários de Nada é o blogue da autora: diariosdenada.blogspot.com
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