segunda-feira, 7 de abril de 2014

[Opinião] “Uma Noite no Expresso do Oriente” de Veronica Henry (Quinta Essência)

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Sinopse:

O Expresso do Oriente. Luxo. Mistério. Romance.

Para o grupo de passageiros que se instala nos seus lugares e bebe os primeiros goles de champanhe, a viagem de Londres até Veneza é mais do que a viagem de uma vida.

Uma missão misteriosa; uma promessa feita a um amigo moribundo; uma proposta inesperada; um segredo que remonta a vida inteira... Enquanto o comboio segue viagem, revelações, confissões e encontros amorosos têm lugar no cenário mais romântico e infame do mundo.

Ficha Técnica:

Ano da Edição / Impressão / 2014
Número Páginas / 336
ISBN / 9789897261169
Editora / Quinta-essência

Opinião:

“Uma noite no expresso do Oriente” foi o primeiro livro que li de Veronica Henry. Gostei bastante da forma como esta autora escreve e a forma como ela mantém o ritmo e vicia os leitores.

O expresso do Oriente pertence ao imaginário, muitos escritores usaram-no como pano de fundo para as suas obras e isso elevou mais a fasquia para esta autora, e esta tinha de criar uma história tão mágica como o local onde se passava.

As diversas personagens que habitam as páginas do romance são um extremo realismo e com as quais é fácil de nos identificarmos. Adorei a dinâmica familiar de Stephanie, Simon e os seus filhos. Estes inicialmente parecem deslocados e pouco habituados uns aos outros, mas ao longo da história vemos a relação entre eles a crescer e evoluir. Neste romance muitas histórias nascem, crescem e florescem. E ficamos viciados na leitura queremos saber mais acerca de cada um deles e isso torna a leitura viciante.

Gostei particularmente da associação entre a viagem actual e os acontecimentos da vida de Adele e Jack. O paralelismo entre o passado e o futuro parece-me muito interessante, e ficamos apaixonados por este casal, torcemos para que acabem juntos.

Veronica Henry consegue descrever os ambientes e as sensações de tal forma que nos levam para lá fisicamente, parece que ouvimos a loiça a tilintar, que sentimos os solavancos das carruagens.

Um excelente livro que me deixou com curiosidade de conhecer o resto da sua obra.
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