segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Novidade Porto Editora

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Dramaturgo e ex-diplomata é a grande revelação das letras brasileiras com romance ligado a Portugal
Arroz de Palma é um livro que, no Brasil, se tornou num «sucesso de vendas sem nenhum marketing»A partilha espontânea do primeiro capítulo na Internet, com a receita de uma das personagens, o velho cozinheiro António, para aquilo que deve ser uma família, criou um fenómeno. E, com isso, depois de um percurso rico como diplomata e mais tarde como dramaturgo (mais de 250 trabalhos escritos), Francisco Azevedo revelava-se como romancista. Arroz de Palma chega às livrarias portuguesas a 25 de outubro e o autor vem a Portugal para a apresentação.
À prosa lírica e nostálgica de Francisco Azevedo a crítica associou nomes grandes como os de Machado de Assis, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade. A ação de Arroz de Palma passa-se entre o Brasil e Viana do Castelo, cidade em que o autor tem as suas raízes. Por isso, o lançamento da obra vai ser feito em família, na Biblioteca Municipal de Viana de Castelo, a 25 de outubro (às 21:00, com apresentação de Luís Miguel Rocha, escritor da terra).
Os direitos de publicação de Arroz de Palma estão vendidos também para França, Espanha, Catalunha, Alemanha, Noruega, Holanda, Suécia, Sérvia, Itália e Estados Unidos e a obra tem vindo a ser apresentada pelo autor em digressão europeia. Ex-diplomata, poeta, dramaturgo e guionista, Francisco Azevedo publicou recentemente um segundo romance, sobre Gabriel García Márquez, intitulado Doce Gabito.

O AUTOR

Dramaturgo, guionista cinematográfico, poeta e ex-diplomata, Francisco José Alonso Vellozo Azevedo nasceu no Rio de Janeiro em 1951. Começou a dedicar-se à literatura em 1967, quando venceu o concurso promovido pela Organização dos Estados Americanos (OEA).
Além de livros e peças de teatro, Francisco Azevedo já escreveu para mais de 250 produções, incluindo roteiros de longa e curta-metragem,documentários premiados e anúncios para TV. franciscoazevedo.com

IMPRENSA
Lembra muito Machado de Assis, mas em registo menos amargo. Um romance com nostalgia machadiana, mas cheio de imagens coloridas

Jornal do Brasil

O primeiro capítulo é um diapasão, com trechos que passariam facilmente naquelas mensagens de e-mail sob falsa autoria de Bandeira ou Drummond, por conta do lirismo acessível que trata das subtilezas do quotidiano.
O Globo


Ler primeiras páginas.

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