domingo, 6 de janeiro de 2013

Passatempo Artanocas


A Artanocas e o Blog "O Sofá dos Livros" trazem até vós este passatempo, o prémio é o que está ao lado.
Regras:
1 -Ser seguidor do blog "O Sofá dos Livros" e da Artanocas
2 - Ser seguidor da página do Facebook do blog.
3 - Ser seguidor da página do Facebook da Artanocas
4 - Morar no território nacional (Continente e ilhas)
5 - Partilhar o passatempo
6 - Apenas uma participação por pessoa.
7 - Válido até 20 de Janeiro de 2013

sábado, 5 de janeiro de 2013

[Opinião] “Lisboa no ano 2000 – Uma antologia assombrosa sobre uma cidade que nunca existiu” de Vários (Saída de Emergência)


Sinopse:

Lisboa no Ano 2000 recria uma Lisboa que nunca existiu. Uma Lisboa tal como era imaginada, há cem anos, por escritores, jornalistas, cientistas e pensadores. Mergulhar nesta Lisboa é mergulhar numa utopia que se perdeu na nossa memória colectiva.

Bem-vindos a Lisboa!

Bem-vindos à maior cidade da Europa livre, bem longe do opressivo império germânico. Deslumbrem-se com a mais famosa das jóias do Ocidente! A cidade estende-se a perder de vista. O ar vibra com a melodia incansável da electricidade. Deixem-se fascinar por este lugar único, onde as luzes nunca se apagam, seja de noite, seja de dia. Aqui, a energia eléctrica chega a todos os lares providenciada pelas fabulosas Torres Tesla. Nuvens de zepelins sobem e descem com as carapaças a brilhar ao sol. Monocarris zumbem por todo o lado a incríveis velocidades de mais de cem quilómetros à hora. O ar freme com o estímulo revigorante da electricidade residual. Bem-vindos ao século XX! Lisboa no Ano 2000 recria uma Lisboa que nunca existiu. Uma Lisboa tal como era imaginada, há cem anos, por escritores, jornalistas, cientistas e pensadores. Mergulhar nesta Lisboa é mergulhar numa utopia que se perdeu na nossa memória colectiva.

Ficha Técnica:

Chancela: Saida de Emergência
Coleção: BANG
Data 1ª Edição: 18/01/2013
ISBN: 9789896374778
Nº de Páginas: 438
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa Mole

Opinião:

O desafio foi lançado por João  Barreiros há mais de um ano atrás na revista Bang!. E o resultado está bastante interessante. O livro foi apresentado no Fórum Fantástico do ano passado e já se encontra em pré-venda no site da Saída de Emergência. “Lisboa no ano 2000 – Uma antologia assombrosa sobre uma cidade que nunca existiu”  conta com catorze autores para além do João Barreiros: AMP Rodriguez, Ana C. Nunes, Carlos Eduardo Silva, Guilherme Trindade, João Ventura, Joel Puga, Jorge Palinhos, Michael Silva, Pedro Afonso, Pedro Martins, Pedro Vicente Pedroso, Ricardo Correia, Ricardo Cruz Ortigão e Telmo Marçal.
A obra, em si tem um fio condutor, as histórias têm uma certa harmonia, apesar de terem sido escritas por autores diferentes. As ilustrações são adaptadas aos contos e com o mesmo estilo utilizado no início do século passado, o que as torna ainda mais aliciantes.
Um pormenor interessante é a forma como as biografias dos autores são apresentadas. Todas têm um pouco de humor e são originais.
O único ponto negativo a apresentar é o facto de não haver concordância no acordo ortográfico de todos os contos.
O livro é-nos apresentado como uma aula de escrita criativa.
O primeiro conto “O que Escondem em Abismos – 1ª Parte: O Turno da Noite” é da autoria do João Barreiros. Este foi publicado originalmente na revista Bang! da editora para a apresentação da antologia e para servir de inspiração e ponto de partida para os autores portugueses que se sentissem tentados a participar. João Barreiros introduz-nos num mundo que nos é estranho, um pouco surreal até. Mas consegue fazê-lo credível. Ao ler este primeiro xonto somos levados para um outro Universo que se torna real na nossa imaginação.
O segundo conto “Venha a mim o Nosso Reino” de Ricardo Correia, o que salta à vista é a experiência em banda desenhada do autor. Com uma linguagem visual e com uso de técnicas muito em voga no registo da BD. O conto em si é original, apenas o ínicio não faz lembrar os autores do século XIX.
O terceiro conto da autoria de Jorge Palinhos é entitulado, “Os Filhos do Fogo”. É uma ideia muito interessante e com um desenvolvimento imprevisível. O início desta de imediato o interesse e a curiosidade. Foi uma excelente ideia e algo que facilmente poderia ter sido escrito por um autor do século XIX com os receios que sentiriam face à tecnologia.
“Dedos” de AMP Rodriguez aborda um tema que ainda é actual nos dias de hoje. Um pouco chocante. Gostei da referência ao clão que é muito utilizado no norte. O final em aberto permite ao leitor a liberdade de imaginar.
Carlos Eduardo Silva escreveu “AS duas caras de António” que é um conto com um desenvolvimento rápido e que nos faz torcer pelo mau da fita. O autor apresenta uma linguagem apropriada à época. Com uma reviravolta interessante.
Ana C. Nunes, no seu conto “Electrodependência”, apresenta um novo problema relacionado com a electrcidade e os seus efeitos nos seres humanos. É um drama humanos, com um final bastante interessante e realista.
O oitavo conto é da autoria de Ricardo Cruz Ortigão, “Nanoamour”, é um conto interessante, adaptado à época com uma linguagem simples e que se adqua à antologia.
“Energia das Almas” de João Ventura, é um conto cientificamente interessante. Com linguagem adquada e com um final desconcertante e imprevisível.
“Fuga” de Joel Puga é um conto muito negro, onde os escritores foram substituídos por autómatos, tem uma linguagem simples.
A segunda parte do conto  de João Barreiros está muito interessante, é muito visual. Aborda a questão dos sentimentos nas máquinas.
O décimo primeiro conto é mais um conto acerca de espiões, assassinios em massa. Este conto, da autoria de Telmo Marçal, foge de Lisboa como plano de fundo e partilha a cção entre esta cidade e o Brasil. Relembra um pouco o motivo pelo qual os índios brasileiros não foram escravizados pelos portugueses nos descobrimentos.
O décimo segundo conto, é curto directo e interessante. A sua intensidade faz com que seja divertido de ler.
O conto ”A Raínha” é um conto mais direccionado para o dia-a-dia, mas refrescante, mais terra-a-terra. Com um final brutal e excelente.
O décimo quarto conto é um tema interessante para a extinção.
No décimo quinto conto o final é previsivel. O que não impede de ser interessante.
O penúltimo conto do livro aborda o final do milénio e está muito engraçado com um twist final interessante.
O último conto é a última parte do João Barreiros, um final interessante. O maior conto da antologia e o mais original.
No geral o livro está interessante e com uma visão engraçada de um futuro que nunca existiu. Para os amantes deste estilo de literatura. Um livro de autores portugueses.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Passatempo Civilização "Jeff em Veneza, Morte em Varanasi"



Este passatempo é patrocinado pela Civilização Editora, a qual procederá ao envio do mesmo ao vencedor.
Regras de participação:
1 - Apenas uma participação por pessoa e morada
2 - Tem de ser seguidor do Blog
3 - Tem de ser seguidor no facebook (https://www.facebook.com/OSofaDosLivros)
4 - Preencher correctamente o formulário em baixo [respondendo correctamente às questões]
5 - O passatempo é válido para Portugal Continental e Ilhas;
6 - O nome do vencedor será anunciado no Blog e também na página do blog no facebook;
7 - O passatempo decorrerá entre  04 de Janeiro de 2013 e 18 de Janeiro de 2013.
8 - As respostas podem ser encontradas aqui.

Divulgação


Duas autoras da Editora Civilização estão de parabéns.


O romance a editar em breve pela Civilização conquistou o prestigiado Man Booker 
Hilary Mantel vence Costa Book Award com Bring Up the Bodies


Após vencer os prestigiados Man Booker e o National Book Award (no Reino Unido), a britânica Hilary Mantel volta a surpreender ao conquistar mais um reputado prémio com o seu novo romance, Bring Up the Bodies. No espaço de três meses, a autora de Wolf Hall, editado em 2009, conquistou, ambos pela segunda vez, o National Book Award na categoria ‘Autor do Ano’ e o Man Booker na categoria de ‘Melhor Romance’. Bring Up the Bodies vai ser publicado em 2013 com a chancela da Civilização Editora. 
A escritora Francesca Segal acaba de vencer um dos ‘2012 Costa Book Awards’ (antigo Whitbread) – juntamente com Hilary Mantel, outra autora editada em Portugal pela Civilização. A britânica foi distinguida na categoria ‘Primeiro Romance’ com The Innocents, romance que será publicado em breve no nosso país. 




[Opinião] livro “Regresso a Angola (Por não ter partido) de António de Janeiro (Edições Vieira da Silva)



Sinopse:
Se o tema da guerra colonial lhe diz algo, quer directa quer indirectamente, este livro poderá interessar-lhe. Foi meu objectivo fazer um pequeno trabalho sobre as minhas vivências no período da guerra colonial, procurando reunir alguns factos inéditos e outros que tiveram como consequência a continuação da "guerra" até aos dias de hoje. É meu entendimento que a valia deste meu depoimento (real) é mostrar as mazelas que vivem em muitos que tiveram de passar por cenários de guerra - guerra que continua a matar, pouco a pouco, em tempo de "paz": pelo álcool, tabaco e doenças (algumas ligadas ao stress pós-traumático), sem esquecer as crises de pânico que tanto limitam o dia-a-dia de muitos. Por tudo passei. Gostaria assim que estas vivências pudessem ser dadas a conhecer ao maior número de pessoas, já que considero injusto o esquecimento colectivo de que são vítimas os que lutaram (e continuam a lutar) e os tornam numa classe social "incómoda". Serão para muitos os "coitados da guerra" e para uma maioria em crescendo uns "ilustres desconhecidos".
Ficha Técnica:
Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 120
Editor: Edições Vieira da Silva
ISBN: 9789898545930
Coleção: Memórias
Opinião:
Este foi um livro cujo tema me interessou bastante, uma vez que o meu pai esteve em Angola na Guerra Colonial. Um livro de memórias é completamente diferente de um livro ficcional. São pessoas reais que passaram por situações complicadas.
O livro está bastante interessante, para quem gosta do tema. Não é chocante, a escrita do autor e as descrições são bastante interessantes. Acompanhamos alguns momentos marcantes da experiência de guerra do autor.
O texto é acompanhado por fotografias que são lembranças desses tempos, o que nos faz viajar até àqueles lugares e ambientes.
Os efeitos do stress pós-traumático de muitos soldados que voltaram da guerra colonial são contados aqui em primeira pessoa. Cada um que passou pelo mesmo enfrentou-o da sua própria maneira, uns com bebida, outros com acessos de violência e outros ignoraram completamente.
Em suma, um livro sóbrio que nos abre um pouco os olhos acerca da guerra e das suas consequências. 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

[Opinião] “A princesa Chapéu de Três bicos” de Vera Mesquita (Edições Colibri)


Sinopse
Uma encantadora história infantil, de príncipes, princesas e castelos.
Como é timbre destas histórias, elas não só encantam e divertem os mais pequenos, como fascinam os que, tendo já deixado de o ser, mantêm em si a capacidade de sonhar com um mundo de ternura, de felicidade e onde o mal é sempre vencido pelo bem.
A Princesa Chapéu de Três Bicos tem os ingredientes todos para encantar os mais pequenos e... os outros!

Ficha Técnica:

Edição/reimpressão: 1991
Páginas: 60
Editor: Edições Colibri
ISBN: 9789728047009

Opinião:

“A princesa Chapéu de Três bicos” é um livro que nos faz relembrar os momentos da nossa infância quando líamos os contos de fadas.
A princesa é uma menina muito independente que parte em busca do seu príncipe e pelo caminho encontra as mais variadas personagens, e durante o seu percurso aprende as mais variadas histórias. As quais estão repletas de sentido moral.
A explicação que Vera Mesquita arranja para o facto de os caracóis terem carapaça é bastante interessante e imaginativa.
O único ponto a assinalar é o facto de as imagens serem pouco coloridas, mas o papel destas é diferente do resto do livro, que as torna agradáveis ao toque.
É um livro ideal para lermos com os nossos filhos e, com eles, viajarmos pelo mundo da fantasia.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Artesanato

Hoje vou quebrar a rotina de criticas e contos com mais uma artesã, ArtAnocas. Conheci-a através do facebook. Este tornou-se um elemento indispensável para  a divulgação de pequenos negócios.
Nas suas páginas podemos encontrar um pouco de tudo. Desde porta-chaves a marcadores de livros, passando por peças de bijutaria. São peças únicas, e com possibilidade de personalização. Uma boa aposta para comprarmos uma lembrança para alguém querido ou para nos mimarmos.

Exemplo de porta-chaves


Pormenor de um porta-chaves


Um lindo fio

Um dos vários marcadores de livros

Um marcador de livros romântico

Outro exemplo de marcador de livros
Outro exemplo de um fio